Fanzines impressos, copiados e montados.
Falta só grampear, o que vou fazer ainda hoje. Porque são mais de 30 exemplares de 3 zines diferentes: Don Caraleone é Mau!/Esparta, Terra do Nunca Love Song Five e Mariposa. Os dois primeiros têm roteiro meu, com arte de Denis Pacher e Felipe Cunha, respectivamente. O terceiro foi escrito e ilustrado pelos meus camaradas André Dantas e Jaguar.
Se o Flickr me ajudasse, o preview de tudo isso já estaria no ar e sendo postado aqui. Mas vamos ter que esperar a boa vontade do servidor deles. Quem sabe mais a noite.
Daí entra previews, ficha técnica e onde e como será vendido o material. Em cima da hora, como sempre… mas não é sempre assim?

“Paz … A mensagem é paz”.
Foi isso o que John Lennon teria dito em uma sessão espírita transmitida pela televisão, segundo os produtores do programa pay-per-view, que foi ao ar na noite de segunda-feira.
Povo besta.
Eles não leram Invisíveis pra saber como fazer.
Puta que…
10 ou 15 minutos a mais prolongaram um trajeto de 15 minutos de onde eu estava, no Farol, até o Shopping Iguatemi. Tudo bem, isso não tem nada a ver com a resenha em si. Mas que a droga da raspada – porque aquilo não foi uma ‘batida’ nem a pau - dum carro num caminhão pipa me irritou, ah, irritou sim. Ainda mais pelo fato do ônibus não ser um daqueles refrigerados, tsc.
Pelo menos, não foi lá um atraso prejudicial. Eu ainda tinha uma hora antes de começar a primeira sessão do dia de O Plano Perfeito. Filme que eu tinha lá uma curiosidade para assistir – nunca vi nada do Spike Lee até hoje, infelizmente, mas a idéia de um diretor do meio independente/autoral atacar no ramo comercial, e (conseguir) agradar a mídia e ao público, era algo a ser conferido. E o Denzel Washington, Clive Owen, William Defoe e a Jodie Foster estariam no meio, então, por que não?

E o negócio é bacana.
Filmezinho cínico e maniqueísta, com crítica social e aquele charme de drama policial clássico. É uma afirmativa estranha, até conflitante, mas está tudo lá. No roteiro, nos diálogos, personagens… Na música com estilão oriente médio que toca no início do filme tendo a Grande Maçã como cenário, no sujeito que usa turbante e não é árabe, no policial branco que prefere ser um velho racista a um jovem morto… e por aí vai. Imagine se Onze Homens e Um Segrego fosse um filme “sério”, coloca um conteúdo sócio-político e umas falas engraçadas/sacanas, e você tem o Plano Perfeito.
Não dá pra dizer qual a melhor parte do filme: A da crítica social ou do drama policial estiloso bem x mal. Vai ver que o bom foi ter ambos na mesma história.