Ano passado, quando estive na última edição do Mercado Cultural, uma das atrações internacionais foi a banda colombiana Curupira. E que foi responsável por um dos melhores shows de todo o evento.

Os sujeitos tocaram no mesmo dia da Nação Zumbi - antes deles, pra ser preciso -, e sacudiram a platéia que estava presente na concha acústica anexa ao teatro (se não me falha a memória) Castro Alves.

Surfando pelo Google, encontrei o myspace dos músicos.

Muito bom.

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Dois Batman?! Oh, Céus!

Preview de Batman #655, que saiu na Wizard #176, estréia da nova equipe criativa: Grant Morrison e Andy Kubert.

Premissa bem mais ou menos. No entanto, tendo a assinatura do Morrison, é pra ficar na boa expectativa.

Em julho a gente descobre.

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Tem um vazio aqui dentro, mas eu sei que se trata de fome. Quase meio-dia e meia e estou esperando o almoço ser preparado. Ando comendo mais ultimamente. Quando chega no horário das refeições, a ansiedade costumeira se encontra um tanto acentuada e… ‘pera, estão chamando da cozinha. Vou deixar o Word aberto. Volto já.

(…)

De volta. Urgh. Um pouco lento pelo preenchimento. Estou olhando agora uma listra logo acima do umbigo que anda aumentando mês a mês. Pelo menos, eu sei que não é de cachaça. Ah!, e falando em consumir…

Maio não foi ausente de entretenimento pop consumível dos vários segmentos artísticos. Foi o mês da ótima película argentina Clube da Lua, do bem montado Missão: Impossível III e do divertido, ora essa, X-Men: o confronto final. Ainda no clima cinematográfico, tivemos os nérdicos trailers de Superman: Returns e da hilariante promessa My Super Ex-Girlfriend. Não, Miame Vice não passou batido.

Nos quadrinhos, passaram alguns bacanas diante dos meus olhos: as edições de número cinco de Fell e Nextwave, ambas escritas por Warren Ellis, e publicações mais legais do mês. Frankenstein #4, penúltimo capítulo da mega-saga-modular dos Sete Soldados, só veio mostrar o que eu já sabia: Grant Morrison é foda. E Mark Millar provou, na história mais recente dos Supremos a sair aqui no Brasil, que ser herói sem super-poderes no ‘mundo real’ não dá futuro. Ultimate Defensores, vocês já eram.

Sabe, eu queria falar de tudo isso acima, mas quem viu tempo?

Tenho passado mais horas batendo perna na rua atrás de certas coisas do que em casa, lendo, escrevendo, estudando… mas é coisa importante, que servem aos meus propósitos de vida. Então, sossega que o Prosa do Mal não acabou (de novo).

Só está com um pouco de estática.

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Vanessa da Mata

Vanessa da Mata - Vanessa da Mata.

Presente da minha preta.

Ouça de grátis aqui os dois álbuns da moça.

Semana nova, vida nova (?).

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Ontem falei das fragrâncias espalhadas em dois bairros de Maceió. Não pelo simples fato de falar mal da cidade, a qual eu adoro; tratava-se apenas de um fato cotidiano que me irritou. E bastante. Ou não te irritaria morar num estado que tem o apelido de Paraíso das Águas e as praias da sua capital, imagine só, são impróprias para banho. Boa parte delas.

Enfim… Hoje eu ponho o pé na rua, tomo aquele coletivo-que-não-estava-cheio-graças-a-Deus, e sigo para resolver as coisas da minha vida, dá licença. E no rádio do ônibus, sintonizado na rádio Gazeta, o locutor Gilvan Nunes dá aquele abraço verbal: “Um bom dia, minha querida Maceió! Minha amada Alagoas!”

Daí eu olho para fora do transporte, e meus olhos batem na traseira de um moto, onde, acima da placa, havia um adesivo falando de estar apaixonado por Alagoas ou algo que valha. Então, subo a vista para o céu e, apesar de duas pequenas nuvens cinzentas, estava aquele sol. E abri um sorriso gostoso.

Parecia que a cidade estava falando comigo. E que acordara de bom humor, pelo que deu para notar. Magia pós-moderna, não seria?

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Um dia desses da semana presente, creio que na quarta, Maceió estava fedida. Não toda a cidade, de fato. Para ser mais preciso, em duas localidades: a praia de Jatiúca e um trecho do Jaraguá próximo do porto. Ambas, com destaque para o primeiro item relacionado, tinham sobre si um tenebroso perfume de fezes e mijo. Daqueles de passar mal, puxar a camisa para tapar o nariz e torcer os olhos de tanto desgosto.

Imagina só quando as chuvas vierem pra valer mês que vem. Ai, nega.

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O problema de se fazer um tipo de blog como este, onde o ideal seria ter um certo bocado de textos prontos e digitados, prontos para entrar quando a sua vida mundana estivesse na maior correria, é exatamente não ter esse backup.

Esta semana está sendo tão desgraçenta quanto eu previ na segunda, o que já está me levando a ficar doente e, como dá pra perceber, não fazer todos os textos que eu queria. Mas fazer o quê quando se corre atrás daquelas notinhas?

É a vida nas ruas dos gigolôs da arte.

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Shortcuts / Neverland Love Song Five

I discovered that Felipe Cunha’s mini comics had arrived!! He sent me two mini comics he did, Shortcuts and Neverland (the latter written by Pablo Casado) and a small comic/music perodical called MOSH! Alright, Let’s get to it!

(…) Neverland is fun too, actually it really reminded me of some of my first colaborations with a writer!

Parafraseando o próprio Felipe: Ho, ho, ho!

Catzo! Deu uma coisa na barriga agora e isso alegrou, e muito, meu dia! Mais comentários depois, porque agora eu tenho que colocar o pé na rua.

(Tenho que até ir lá agradecer a Srta. American Virgin =D)

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