Um dia desses da semana presente, creio que na quarta, Maceió estava fedida. Não toda a cidade, de fato. Para ser mais preciso, em duas localidades: a praia de Jatiúca e um trecho do Jaraguá próximo do porto. Ambas, com destaque para o primeiro item relacionado, tinham sobre si um tenebroso perfume de fezes e mijo. Daqueles de passar mal, puxar a camisa para tapar o nariz e torcer os olhos de tanto desgosto.

Imagina só quando as chuvas vierem pra valer mês que vem. Ai, nega.

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O problema de se fazer um tipo de blog como este, onde o ideal seria ter um certo bocado de textos prontos e digitados, prontos para entrar quando a sua vida mundana estivesse na maior correria, é exatamente não ter esse backup.

Esta semana está sendo tão desgraçenta quanto eu previ na segunda, o que já está me levando a ficar doente e, como dá pra perceber, não fazer todos os textos que eu queria. Mas fazer o quê quando se corre atrás daquelas notinhas?

É a vida nas ruas dos gigolôs da arte.

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