Tem um vazio aqui dentro, mas eu sei que se trata de fome. Quase meio-dia e meia e estou esperando o almoço ser preparado. Ando comendo mais ultimamente. Quando chega no horário das refeições, a ansiedade costumeira se encontra um tanto acentuada e… ‘pera, estão chamando da cozinha. Vou deixar o Word aberto. Volto já.

(…)

De volta. Urgh. Um pouco lento pelo preenchimento. Estou olhando agora uma listra logo acima do umbigo que anda aumentando mês a mês. Pelo menos, eu sei que não é de cachaça. Ah!, e falando em consumir…

Maio não foi ausente de entretenimento pop consumível dos vários segmentos artísticos. Foi o mês da ótima película argentina Clube da Lua, do bem montado Missão: Impossível III e do divertido, ora essa, X-Men: o confronto final. Ainda no clima cinematográfico, tivemos os nérdicos trailers de Superman: Returns e da hilariante promessa My Super Ex-Girlfriend. Não, Miame Vice não passou batido.

Nos quadrinhos, passaram alguns bacanas diante dos meus olhos: as edições de número cinco de Fell e Nextwave, ambas escritas por Warren Ellis, e publicações mais legais do mês. Frankenstein #4, penúltimo capítulo da mega-saga-modular dos Sete Soldados, só veio mostrar o que eu já sabia: Grant Morrison é foda. E Mark Millar provou, na história mais recente dos Supremos a sair aqui no Brasil, que ser herói sem super-poderes no ‘mundo real’ não dá futuro. Ultimate Defensores, vocês já eram.

Sabe, eu queria falar de tudo isso acima, mas quem viu tempo?

Tenho passado mais horas batendo perna na rua atrás de certas coisas do que em casa, lendo, escrevendo, estudando… mas é coisa importante, que servem aos meus propósitos de vida. Então, sossega que o Prosa do Mal não acabou (de novo).

Só está com um pouco de estática.