Ah, e se o cinema resolver acender as luzes antes da hora, como alguns têm mania de fazer, esperneie. E se o gerente disser que “não sabe de nada sobre isso” - outro discurso recorrente nos misteriosos casos de desaparecimento de seqüências pós-créditos -, mande-o ligar para a Fox e peça seu dinheiro de volta! O filme NÃO acabou.
Minha Santa Aquerupita! Dane-se Dan Brown e a adaptação de seu best-seller mundial. Eu quero é ver um bando de mutantes em trajes de couro se engalfinhando, tendo um monte de citações nérdicas no decorrer da história.
É o meu fetiche hypado da semana. E sábado tá longe.
Sem contar que o filme mais nerdoso do ano ainda tá pra chegar:
Eu não resisti. Perdão, P. Desculpa, A. Mas o estresse foi maior.
A única coisa bacana é garantir o salário dessas mães de família:

Vai dizer que dar a própria vida para garantir o sustento dessa pobre gente não é o mais puro altruísmo?
(Espero não ter que explicar que os comentários finais são piadinhas de extremo humor negro desagradável. Ah, já fiz!)

Clube da Lua é um dos filmes mais legais que vi este ano. Tudo bem, pode até ser cedo pra já começar a adicionar itens naquela listinha de coisas que vimos e, provavelmente, não vamos querer esquecer.
Mas a história, seu plot e sub-plots, diálogos certeiros e que não caem nunca, as caracterizações que são uma verdadeira aula de composição de personagem… tudo num filme que te diverte, te faz pensar e se emocionar. E o que é mais importante: sem soar babaca e didático. Em parte panfletário, mas sem (me) incomodar.
Agora eu quero ver O Filho da Noiva, porque Juan José Campanella é um dos caras.
Ontem, aquele dia antes de hoje, estava um sol de fritar ovos no asfalto em Maceió. Do jeito que gostamos por aqui, para pegar aquela praia ou simplesmente curtir uma brisa em casa. Tropical é a palavra que você está procurando agora para adjetivar nossa pequena localidade oligárquica.
Hoje, que é antes de amanhã, não estava como ontem. Mas o sol não fazia vergonha, e saquei o guarda-chuva da mochila e sai despreocupado para bater perna e resolver os estresses da vida. E a falta de ‘prevenimento’ quase me fez levar – outro – banho de chuva torrencial e vinda do nada.
Ainda bem que era uma frente fria que não se alongou pelo restante da tarde, mas que deixou as coisas cinzas de novo lá em cima. Menos mal. Até porque, apesar dos pesares, foi um bom dia para conquistar certas coisas e provar que você tem razão quando diz que a possui.
Cotidianidades positivas. E que vão refletir numa pá de textos pra cá, pode apostar.
(Rimou?)
Brokeback Mutant.
O filme, pra valer, estréia mundialmente na próxima sexta. Vai ser aquela punhetagem nérdica fudida.
…vai ser essa, viu?
Pelo menos, o céu abriu e o sol deu as caras.
(Como eu queria um Paiol agora pra relaxar…)
Só desabafando. Amanhã, voltamos a programação (a)normal.

Mas agora eu pergunto, que direitos autorais tem uma foto colocada na internet? E mesmo assim, será que uma imagem retrabalhada ainda assim se refere à original? Eu acredito que não. Acredito que se deva tomar cuidado com a arte. Por que ela pode qualquer coisa.
O DW se meteu num rolo meio torto com a moça que está na foto original e que deu base para a ilustração acima. Concordo com ele quanto as questões da utilização de uma imagem jogada na rede e sua (re)interpretação artística. E também entendo se a doidinha não curtiu se ver desenhada sem ao menos saber o que rolava com a fotografia… mas o piti dela foi muito tosco. Tsc.
(Até porque a ilustra tá massa.)
E pra fazer a coisa ferver mais, o DW propôs o “seguinte, aos que visitam esse blog, produzam imagens, ou o que for com essa foto e eu publico aqui no blog? que tal?? desafiados estão.”
A primeira já saiu. Se eu soubesse desenhar, também participava. Quem sabe eu consiga fazer algo no Corel ou Photoshop.

(…) qual é o segredo da “Trip”?
O título e a linkagem deste post se referem ao tema escolhido por Santiago P. Fusco em sua coluna no site No Mínimo, ‘Sexo nas Bancas’, a qual não tinha visto ainda pelo site.
Faz um certo tempo que leio na rede sobre uma HQ de autoria de um sujeito chamado Brian Lee O’Malley: Scott Pilgrim. Na verdade, tive mais conhecimento dos comentários positivos do que as histórias em si. O que sabia sobre elas é que falavam de música e relacionamentos; isso num traço caricato e charmoso. Mas nunca achei nada disso na rede para poder baixar e sacar se a parada é da boa mesmo.
Pois agora eu encontrei, for free, uma HQ completa da série, distribuída no Free Comic Book Day (O Dia do Quadrinho Gratuito), realizado de tempos em tempos nos EUA, e que ocorreu não faz nem um mês.

Disponibilização feita no site Newsarama após um pedido por parte do pessoal da página ao criador/autor, tendo em vista que a edição física do material acabou não chegando nas mãos de muitos dos fãs; e haviam saído a sua procura nas lojas especializadas no dia do evento citado mais pra cima. A história, que se situa após o Volume 3 da série – e ainda inédito lá fora –, pode ser lido sem problemas por novos leitores, sem receio a possíveis referências a publicações passadas.
Na primeira página da HQ, há a seguinte chamada/resumão: “Comprometido a derrotar sete ex-namorados perversos para conseguir sair com a garota de seus sonhos. Assombrado por um passado traumático. Perseguido por seus colegas de banda e seu melhor amigo gay. Seu nome é… SCOTT PILGRIM.”
Óbvio que depois de uma chamada dessas eu mais que quero dar uma olhada nesse gibi.