O Cadu avisou e não custa nada repassar: tem hq nova do Homem-Grilo na rede. É a ‘Grandes Poderes’, ilustrada pelo parceiro Jeferson Batista.
Just One Page. (Algo que me lembra outra coisa.)
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Não dá pra fechar os olhos quanto a isso: a seleção da Costa do Marfim foi, provavelmente, a mais interessante de se ver jogar até o momento na corrente Copa da Alemanha. Com um gingado ágil, divertido e envolvente, além da explosão física, os africanos deram trabalho e deixaram seus dois adversários iniciais, Argentina e Holanda, fechados na maior parte do tempo com o cu na mão.
Mas jogar bonito não garante vitória. E prova que, para se conquistar um campeonato como esse, é preciso aproveitar as fragilidades dos oponentes, meter quantos gols puder e se segurar para manter o resultado quando ele estiver positivo. Um tipo de futebol parecido com o de uma Libertadores da América, por exemplo, onde uma atuação nem tão plástica, mas produtiva, é de bom tamanho para seguir adiante.
Eu torci de verdade pela Costa do Marfim. Deu gosto vê-los jogar. Mas essa manha de ficar caindo na área a todo momento, esperando rolar um pênalti pra não ter o trabalho de dar chute a gol do modo convencional fez com que os sujeitos perdessem as duas partidas. E nós estamos aqui a meter o pau, as mãos, os pés e tudo que pudermos no Brasil pela atuação pífia na estréia vitoriosa.
Que eles continuem a jogar assim. Basta tirar o ‘Fenômeno’ e toquemos rumo ao Hexa. Às vésperas de mais uma eleição depravada e desgostosa, pelo menos teríamos uma coisa besta para comemorar e anestesiar o que vem por aí.
Alienação já.