
Superbus - do latim, “insolente, magnífico, brilhante, soberbo”.
Batizada e comandada por Jennifer Ayache, vocal e composições, a banda francesa têm Michel Giovanetti e Patrice Focone nas guitarras, François Even no baixo e Guillaume Roussé na bateria. Dentre suas influências, estão o Sum 41, Gwen Stefani, Weezer, Sublime, Blink 182.
Eles fazem um popzinho melequento e divertido. Estou ouvindo sem parar o Pop n’ Gun, de 2005.
Faixas:
1. Radio Song
2. Pop’n'gum
3. Des Hauts, Des Bas
4. Sunshine
5. C ‘ Est Pas Comme Ca
6. Little Hily
7. Petit Detail
8. Sex Baby Sex
9. Beggin’ The To Stay
10. Tu Respires
11. Taboo
12. Girl
13. Monday To Sunday
Site oficial.
Baixa o Pop’n'Gun completo aqui.
Talvez o que mais tenha me agradado em Manual do Amor, filme italiano do diretor Giovanni Veronesi, é a sua obviedade e uso dos clichês mais corriqueiros quando o assunto é comédia romântica.

Você tem nele o sujeito que se apaixona à primeira vista e faz de tudo para
conquistar a mulher amada, pagando micos federais no processo; o casal em crise onde o marido é o claro sujeito desestimulado com a vida e não dá (quase) a mínima para a esposa desesperada; a mulher que, apesar dos desejos secretos, não trai o bom marido até se descobrir uma cornuda; e (a melhor parte do filme) o camarada deixado pela esposa por se dedicar demais ao trabalho, e que recorre a manuais de ajuda e passa por situações hilariantes até encontrar a redenção.
É claro que você já viu tudo isso aí num bocado de filmes. Mas o que me fez
gostar de Manual do Amor é justamente por ele não negar o que se propõe a
realizar, e que é cair no comum com o intuito de fazê-lo bem feito, agradável. É aquele feijão com arroz de sempre, que desce.

Dividido em quatro segmentos, o que mais me agradou (pelas risadas que dei) foi o último: o Abandono. Nele, o ator Carlo Verdone interpreta um pediatra que é abandonado da noite para o dia pela esposa, e agora não sabe o que fazer para continuar sua vida com a normalidade de antes. Casado durante doze anos, ele recorre ao Manual do Amor que dá título ao filme – um outro clichê, viu só? – e passa por engraçados momentos de apuros. Numa seqüência em que ele precisa se esconder na borda da janela do apartamento de uma amante (funcionária de seu consultório), me contorci de tanto rir e fiquei agarrando a Ana, como se fosse cair no chão de tanto gargalhar.
Para quem estava afim de fugir dos dramas pesados e reflexivos, assim como dos blockbusters tradicionais, nós nos divertimos bastante.