
O que será que os japoneses andam tramando, hein?
Via The Beat.
Grant Morrison é certamente um Deus do Meta-Quadrinho.
Com isso, não quero dizer meta-humano, esse termo generalizante usado para definir todos os sujeitos de colante dos universos da DC, Marvel, Image e das outras editoras. Não, apesar de ter Morrison deixado sua marca em séries como Patrulha do Destino, Homem-Animal, X-Men, seu recente Sete Soldados, e os icônicos “gigantes” da LJA, isso não se trata de sua queda por super-heróis. Na verdade, se trata de sua aproximação com os leitores: Ele fala com eles.
Matéria do Newsarama, escrita pelo Dave Lewis (e porcamente traduzida aqui por mim), disseca a edição 655 da série Batman. Número que marcou a estréia do autor Grant Morrison no comando dos roteiros da mesma.
Quadro a quadro, página a página, o cara fez uma análise da metalinguagem utilizada pelo escocês careca na história com o Homem-Morcego. E, como deu pra perceber pela introdução feita, não é de hoje que o King Mob faz das suas. Tanto que ficou faltando citar Invisíveis, The Filth, Sebastian O, Seaguy…
Como o assunto é Batman e Grant Morrison, segue a prévia da edição 656: descobre a metalinguagem nas páginas 3 e 4. Muito bacana.
“Em fevereiro, foi assassinado um rapaz, conhecido apenas por Luciano, que organizou o Carnaval na cidade contra a vontade da prefeita. No dia 20 do mês passado, foi morto Adilson Jacinto da Silva, outro opositor da prefeita”, questiona.
Por este motivo, o deputado Francisco Tenório considera que a situação na cidade é diferente de todas as outras do Estado. “Porque existe, em Flexeiras, um grupo de extermínio atuando em nome da prefeita”, afirmou o parlamentar.
Com a aproximação das eleições, este é o tipo de notícia que vai bater ponto nas pautas de noticiários, jornais e programas de rádio do estado.
Pena que, no nosso “Velho Oeste”, não existam tipos como John Wayne.
Na cidade de Arapiraca, terra-natal do Asa - aquele time que derrotou o grande Palmeiras anos atrás -, estava acontecendo um procedimento “irregular” numa de suas delegacias: certos presos gerenciavam um serviço de distribuição de cigarros de maconha, vendidos a R$ 2,00 à unidade. O bagulho era entregue no local por um motoboy, e costumava vir disfarçado e oculto no interior marmitas.
Desconfiados, alguns policiais de plantão decidiram verificar o conteúdo das encomendas, e acabaram por “descobrir” os cigarros de maconha. Segundo o jornalista Ricardo Mota, que passou a informação na manhã de hoje, no Jornal da Manhã, da TV Pajuçara, afirmou: “Será que só os presos usavam, hein? Não sei.” Completando que, dentre o cardápio que vinha recheado de erva, algumas eram marmitas com cuscuz.
E como o assunto em questão é meio viajandão, vou ver se descolo uma fala realizada pelo Ministro da Cultura Giberto Gil, ontem, aqui próximo, em Marechal Deodoro. A cidade foi tombada como patrimônio histórico por, dentre outras coisas, suas construções arquitetônicas referentes ao período Barroco. Gil, do qual ninguém sabe seu estado mental, mandou ver um pensamento intelectualóide e surreal sobre o assunto. Ricardo Mota, de novo, foi quem narrou o discurso.
Num gibi, funcionava tranqüilo. Na vida real, é MUITO engraçado. E tosco.
A idéia deste site é que você se perca. Mesmo assim, tinhamos que organizar as coisas de alguma forma.
Do nada, me veio a mente a lembrança de um site que eu curtia acessar vez ou outra durante a semana. Ele tinha a ver com fotografia e era estiloso pra cacete. Fui no Google sem lembrar ao certo o nome - “Live art?”
Putz, não: era do Lost Art que eu estava me lembrando. Mantido pelo casal de fotógrafos Ignacio Aronovich e Louise Chin, é uma das melhores páginas quando o assunto é Arte Visual.
Vai que vale.
Update: Merda, não dá pra linkar as imagens aqui. Ah, acessa o link que é show visual garantido, malandro.