Grant Morrison é certamente um Deus do Meta-Quadrinho.

Com isso, não quero dizer meta-humano, esse termo generalizante usado para definir todos os sujeitos de colante dos universos da DC, Marvel, Image e das outras editoras. Não, apesar de ter Morrison deixado sua marca em séries como Patrulha do Destino, Homem-Animal, X-Men, seu recente Sete Soldados, e os icônicos “gigantes” da LJA, isso não se trata de sua queda por super-heróis. Na verdade, se trata de sua aproximação com os leitores: Ele fala com eles.

Matéria do Newsarama, escrita pelo Dave Lewis (e porcamente traduzida aqui por mim), disseca a edição 655 da série Batman. Número que marcou a estréia do autor Grant Morrison no comando dos roteiros da mesma.

Quadro a quadro, página a página, o cara fez uma análise da metalinguagem utilizada pelo escocês careca na história com o Homem-Morcego. E, como deu pra perceber pela introdução feita, não é de hoje que o King Mob faz das suas. Tanto que ficou faltando citar Invisíveis, The Filth, Sebastian O, Seaguy

Como o assunto é Batman e Grant Morrison, segue a prévia da edição 656: descobre a metalinguagem nas páginas 3 e 4. Muito bacana.