Os e-mails alagoanos andam agitados nesses dias. Tudo graças as eleições do dia 1º de outubro, domingo próximo. A coisa esquentou, obviamente, depois do debate de terça-feira, transmitido pela TV Gazeta, com os candidatos ao governo do Estado.

Com o fim da propaganda eleitoral em rádio e televisão, a movimentação tem sido na world wide web. Principalmente por parte dos simpatizantes ao voto nulo, à reeleição do presidente Lula e daqueles que são contra a eleição dos candidatos João Lyra e Fernando Collor.

E a coisa é séria quando o assunto são os últimos dois envolvidos: segundo boatos, João Lyra estaria em polvorosa com uma tal pesquisa publicada no meio de semana, após o debate, indicando que Teotônio Vilela, candidato do PSDB, teria assumido a dianteira com mais de 40% do eleitorado ao seu lado.

Enquanto Collor, visando garantir sua eleição quase certa, preencheu boa parte dos calçadões das orlas da Ponta Verde e Jatiúca, ontem, com pessoas segurando bandeiras suas. Coincidentemente ou não, Ronaldo Lessa, seu opositor, foi avistado num carro prata - repleto de adesivos da sua campanha, claro - cruzando as vias litorâneas acompanhado de possíveis acessores. Estaria ele vistoriando e avaliando a situação?

Nos momentos finais de campanha, a rejeição é o principal sentimento lançado por alguns candidatos nos eleitores. Foi com ele que Lessa derrubou Collor nas eleições para o governo do Estado quatro anos atrás, e é do mesmo modo que pretende fazê-lo para ganhar a vaga no Senado; Téo Vilela também segue na mesma linha para derrotar João Lyra, e parece estar conseguindo.

No final, que a melhor acessoria de imprensa vença. Hah.

A seguir, um apanhado das coisas que recebi de quarta para hoje:

E-mail: Alagoas é Ronaldo

E-mail: Razões para não votar no laranja nem no collorido

LARANJA E COLORIDO

Pela ignorância dos candidatos ou subestimando a nossa inteligência, a
escolha destas cores já indica muita coisa, e me admira que eles, que
não estão nem aí para a CULTURA, terminam bebendo na fonte da tradição
cultural humana que busca nas cores o símbolo de suas ansiedades. O laranja é a cor da fome, estimula o apetite, coisa de quem não se sacia nunca ou que
quer estimular esta sensação nas pessoas que o cercam. Já o colorido sem
definição que ao mesmo tempo se isenta de escolha, se mesclando entre
todas as cores, também significa querer todas, ser o todo, o poderoso,
querer tudo, confundir pela sua indefinição.

O LARANJA

O candidato “laranja” vende uma imagem que não é a dele, confundindo e
favorecendo o seu verdadeiro “eu” faminto. Declara amor por Alagoas,
mas há uns dez anos prometeu transferir suas empresas, daqui, para Roraima, onde foi candidato ao Senado e se disse “apaixonado” por aquele Estado que lhe disse “NÃO!”. Além de fugir de alguns debates, manipula pesquisas, abusa economicamente e é conhecido como péssimo patrão, pessoa grossa, mal educada, vingativa e aculturada.

Como militante da cultura, tenho muito receio. Ele nem sabe o que todo
o Brasil sabe, que CULTURA e TURISMO são os setores mais promissores e
diferenciais de Alagoas, especialmente para alavancar o desenvolvimento
social e econômico do Estado. Ele declarou em reunião com o setor turístico de Alagoas que “acabaria com a Secretaria de Cultura, que passaria a ser um setor da Educação”; e não ficou por aí, a Secretaria de Turismo passaria ao setor da Industria Comércio e Serviços; ( … logo os dois setores diferenciais do Estado de Alagoas). A “cultura” que ele conhece bem é da cana-de-açúcar; e o “turismo” é o que ele usufrui por aí á fora.

O COLORIDO

O candidato “collor” já se mostrou altamente desequilibrado e manipulador das classes mais humildes; desgraçou a imagem de Alagoas nos anos 90, na Presidência da República; confiscou a poupança dos brasileiros; e abusou da nossa confiança. Sou da geração que sentiu na pele a falta de credibilidade de Alagoas diante o país.

O “collor” como Governador de Alagoas já vinha plantando a semente do
Lyra nas “culturas”: desativou a Orquestra Filarmônica de Alagoas, deixando
Alagoas como um dos únicos estados brasileiros a não ter uma orquestra;
e o teatro quanto tempo ficou fechado?. Bom é o negócio da CULTURA da cana; assinou o acordo com os usineiros, que os eximiu de pagamento de ICMS ao Estado de Alagoas, o que ocasionou o super enriquecimento destes e empobrecimento do Estado; demonstrou muita incapacidade administrativa,
até nas empresas da própria família ele não conseguiu sequer chegar aos pés
do empreendedorismo de seu pai.

Vamos lá… Esse é um Estado de gente honrada, com vergonha na cara. Eu
respeito a escolha, as razões e individualidade das pessoas; e nunca fui cabo eleitoral de ninguém; mas não foi à toa que demos o primeiro grito de liberdade no Brasil, com ZUMBI e não podemos esquecer o DIRETAS JÁ e
nem ultimo grito que demos pelo IMPEACHMENT. A liberdade tem que ser
conquistada e regada a cada dia, pois sempre tem quem queira tirá-la de nós.

Que prevaleçam as cores do povo alagoano e VIVA O GUERREIRO, O
PASTORIL. 1º de outubro é dia de votarmos por Alagoas pra frente.

Domingo a chapa esquenta pra valer.

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Park Chan-Wook é um nome para o qual todo cinéfilo antenado deveria dar um bocadinho de atenção. Por um simples fato: ele dirigiu um dos melhores filmes deste início de século - o louco e agressivo Old Boy. Filme integrante da sua trilogia da vingança.

Agora, o novo trabalho de Park está prestes a sair: a maluquete comédia romântica I’m a Cyborg, but that’s OK. Na história, uma garota acha que é um ciborgue de combate e vai bater no hospício. Lá, ela deverá conhecer indivíduos tão peculiares quanto ela.

Clique no pôster abaixo e faça o download do singelo trailer:

Via Omelete.

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Attached Enclosure
File: http://artservice.ktsystemhosting.com/mailzine/cyborg/cyborg_06/img/cyborg_700K.wmv
Length: 9462212 bytes
Type: video/x-ms-wmv

Um nigeriano suspeito de assassinar o próprio irmão com um machado disse à polícia que na verdade atacou um bode, e que mais tarde o animal foi “magicamente” transformado no cadáver do seu irmão, informou a agência de notícias Associated Press.

“Ele disse que os bodes entraram em sua fazenda e ele tentou espantá-los. Um dos animais não se mexeu e ele o atacou com um machado. Então ele afirmou que, naquele momento, o bode se transformou em seu irmão”, declarou o comissário de polícia Udom Ekpoudom.

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Via Ellis.

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Franklin Martins dissertou:

Pretendia escrever a coluna de hoje sobre as discrepâncias entre as mais recentes pesquisas do Ibope e do Datafolha. Mas mudei de idéia ao ler matéria publicada no Estadão desta segunda-feira sob o título “Rigor com a corrupção na política varia com região e condição social” e o subtítulo “Eleitor do Nordeste expressa maior tolerância com desvios do que o do Sudeste”. É séria candidata ao primeiro lugar da campanha “Vamos envenenar este país” em curso em muitos jornalões brasileiros.

Jogando com números de uma pesquisa do Ibope que não prova nada, a matéria tenta sustentar a tese de que os nordestinos, os pobres e os negros dão menor valor à questão ética do que os habitantes do “Sul Maravilha”, os ricos e os pobres. Diz o Estadão: “No Nordeste, 10% dos eleitores declaram que votariam em político acusado de corrupção – índice próximo do Norte/Centro-Oeste, que é de 9%. No Sul e no Sudeste, esses índices são de 6% e 7%, respectivamente”.

Na realidade, as variações são mínimas, estão dentro da margem de erro da pesquisa e não indicam absolutamente nada. Aliás, se alguma coisa pode se depreender desses números é que, na valoração da questão ética, há um padrão razoavelmente homogêneo nas diferentes regiões do país – e não o contrário.

Clica na parte linkada e termina de ler.

Via Biscoito Fino e a Massa.

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Lembra do embaraçoso piti que a candidata Heloísa Helena deu no Bom Dia Brasil? Ele finalmente caiu no You Tube, em duas partes:



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Um indivíduo chegou ao Prosal do Mal pesquisando no Google as seguintes tags: heloisa helena biquini.

Caro companheiro, a única coisa que posso lhe dizer é a seguinte: procure um tratamento, pois a sua tara já se transformou num tipo de doença mental. Você e as outras pessoas que se dispuseram a responder esta enquete.

Nossa.

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Novo modelo da famosa boneca vem com cachorrinho cagão:

E quem entope o pobre animal com tanta besteira?

Via The Beat.

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Por Pablo Casado (27/09/06)

“Grant faz o seu dinheiro valer a pena”. É assim que o fundador do estúdio WildStorm, Jim Lee (All Star Batman), define o trabalho do escritor escocês Grant Morrison (We3, All Star Superman), com quem faz parceria na revitalização do principal supergrupo do selo: os WildCats.

E a nova série não deverá deixar os holofotes do mercado mainstream tão cedo: ganhou uma das capas da edição 180 da Wizard norte-americana e foi listada como um dos principais arrasa-quarteirões do semestre. Fácil imaginar o porquê.

Voltei a colaborar com o UHQ e espero que o tempo me permita continuar.

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