Tem coisa mais surreal do que acordar numa manhã de sábado ensolarado e, ao colocar a cara na janela do apartamento de terceiro andar da sua namorada, bater com a vista num casal fodendo loucamente num carro importado sem vidros fumês, na esquina do edifício? Antes das oito e meia?

Pois é: assisti do começo ao fim (no último sábado 23), assim como três pessoas do outro lado do Corredor Cultural Vera Arruda, a famosa pracinha, a exibição sexual; com direito a mudança de posição e um boquete mal-fadado numa tentativa de segundo round.

E eu sem a porcaria da câmera digital e com um celular que não tira fotos.

Será que vai ter reprise no próximo sábado?