Faz algum tempo que venho cozinhando a idéia de voltar a praticar desenho e levar a coisa a sério. Sei que, com isso, posso descolar certos trampos em determinadas áreas de modo mais “fácil”. Segunda-feira, empolgado depois de umas coisas aí, voltei pra casa determinado. Mas não fui pro lápis e pro papel. Abri meu Corel 12 e me meti a praticar arte vetorial.

A seguir, o resultado desses dois dias e meio de treino:

Meu primeiro teste definitivo. Depois dos primeiros tropeços, consegui terminar uma arte no Corel. Utilizei referência fotográfica, como nas imagens a seguir. Esse aí é um personagem de uma HQ minha, que quero fazer ano que vem para publicar online.

Nesse segundo desenho, comecei a simplificar o traço. Tendo em mente aquela filosofia de que “menos é mais”.

A terceira arte foi a que mais me agradou. Tem impacto, estilo. Talvez seja por aí que eu crie minha identidade como ilustrador.

Quarto desenho. Essa maluca está PEDINDO pra virar uma personagem. Está arranhando as paredes da minha mente.

Bem, é isso aí. Em breve, mais artes. Quem sabe, eu monte um DeviantArt. Talvez.

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Semana que vem é meu vigésimo terceiro aniversário. E, como nerd, estarei ganhando, por tabela, dois ótimos presentes da Nona Arte para comemorar (apesar de que eu vou comemorar de vários modos, com diversas pessoas): Seven Soldiers #1, mostrando o final de uma das melhores histórias de super-heróis dos anos 00, cortesia do sempre anárquivo Grant Morrison; e Planetary #26, provavelmente a melhor série de super-heróis dos últimos dez anos, um feito pro tio Ellis.

Meus olhos estão coçando pra cair nas páginas dessas duas publicações. Depois disso, só ir dar uma sacada no show dos Los Hermanos, no dia do meu completa anos. Confluências nérdicas no ar.

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Merda. Merda elevada ao quadrado. Sem conexão em casa faz uma semana. Algo que provavelmente deverá durar, no mínimo, mais longos sete dias. Parece nerdice besta, mas não tem nada disso quando boa parte das coisas que você faz tem ligação com essa realidade aqui.

Esse tempo offline só serviu preu tomar vergonha na cara e começar a praticar ilustração vetorial no Corel. Só não posto as artes que fiz até agora, umas quatro, porque meus cds virgens sumiram de casa e tive que vir de qualquer jeito na lan house pra conferir os e-mails. Quando uma coisa vem errada, ele vem acompanhada de outras tantas erradas. Argh.

Bem, sábado saiu a segunda edição da Bit Hunter Girl no Encontro de RPG e Anime. Valeu ao meu camarada Marcus Ramone pela divulgação, e ao UHQ pelo espaço. Tô devendo zines a ele e ao Zé Oliboni. E ao Cadu, também. Não esqueci de vocês, caras.

Pena que um lançamento no qual eu gostaria de estar não vai rolar pra mim: dia 20 rola, em Curitiba, o lançamento da edição número um da Quadrinhópole - Invisíveis, uma HQ minha que tava guardada na pasta, saiu do plástico e foi parar nas páginas dessa revista, levada adiante pelo Leonardo Melo.

Quem sabe eu consiga, pelo menos, um apoio pras passagens e siga pra São Paulo, pra pegar o lançamento no Fest Comix. Aproveito pra reencontrar o Danilo, Bruno e outros camaradas, conhecer o Hector e mais uma galera aí. Só que, sem Internet, complica.

Merda!

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