Merda. Merda elevada ao quadrado. Sem conexão em casa faz uma semana. Algo que provavelmente deverá durar, no mínimo, mais longos sete dias. Parece nerdice besta, mas não tem nada disso quando boa parte das coisas que você faz tem ligação com essa realidade aqui.

Esse tempo offline só serviu preu tomar vergonha na cara e começar a praticar ilustração vetorial no Corel. Só não posto as artes que fiz até agora, umas quatro, porque meus cds virgens sumiram de casa e tive que vir de qualquer jeito na lan house pra conferir os e-mails. Quando uma coisa vem errada, ele vem acompanhada de outras tantas erradas. Argh.

Bem, sábado saiu a segunda edição da Bit Hunter Girl no Encontro de RPG e Anime. Valeu ao meu camarada Marcus Ramone pela divulgação, e ao UHQ pelo espaço. Tô devendo zines a ele e ao Zé Oliboni. E ao Cadu, também. Não esqueci de vocês, caras.

Pena que um lançamento no qual eu gostaria de estar não vai rolar pra mim: dia 20 rola, em Curitiba, o lançamento da edição número um da Quadrinhópole - Invisíveis, uma HQ minha que tava guardada na pasta, saiu do plástico e foi parar nas páginas dessa revista, levada adiante pelo Leonardo Melo.

Quem sabe eu consiga, pelo menos, um apoio pras passagens e siga pra São Paulo, pra pegar o lançamento no Fest Comix. Aproveito pra reencontrar o Danilo, Bruno e outros camaradas, conhecer o Hector e mais uma galera aí. Só que, sem Internet, complica.

Merda!