Mês passado, joguei aqui a nota sobre o promotor que molestou sexualmente a própria filha e a enteada. Agora, a situação se mostrou ainda mais complicada:

“Há cerca de um mês, nós descobrimos que ele estava preparando a outra menina, minha filha mais nova, de quatro anos, que também seria abusada por ele”, revelou, ainda assustada em falar sobre o assunto.

A declaração acima veio da terceira mulher do acusado, que está enfrentando um processo administrativo - que corre em sigilo - no Ministério Público.

O interessante é que a merda, pelo visto, ainda não bateu no ventilador em definitivo: há pouco mais de dois meses, a menina Malu comoveu todo o Estado ao ter sido seqüestrada dos braços da mãe durante um assalto; o pai reagiu a ação dos bandidos que, em resposta, raptaram a filha do casal. Saiu até reportagem no Fantástico quando se deu a feliz resolução caso.

Agora, um homem que deveria lutar para proteger os nossos direitos é acusado de uma série de violências extremas contra mulheres, e não se constatam grandes manifestações populares. Tudo bem que as investigações correm em sigilo de justiça, mas ainda acho essa apatia em relação ao caso irritantemente estranha.