Cientistas esperam concluir o primeiro microrobô - uma máquina do tamanho de dois fios de cabelo, capaz de viajar através das artérias humanas e realizar pequenas cirurgias - em 2009. A finalidade, graças aos Deuses, visa o bem-estar do homem em questão de saúde.

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O DJ Fatboy Slim vai se apresentar no Second Life em fevereiro. O músico britânico terá seu próprio avatar, além de uma pick-up virtual. O show no universo virtual está marcado para 9 de fevereiro –mesmo dia em que ele se apresenta em São Paulo.

O DJ tem marcados 11 shows “reais” no Brasil no mesmo mês. O show no Second Life incluirá a distribuição de pôsteres. A trilha do show vai reproduzir músicas tocadas ao vivos em outras apresentações.

Ficção científica real, malandro. Falta quanto para inventarem o ácido digital?

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Téo Vilela pegou o bonde da corrupção andando, decidiu tentar arrumar a casa, mas só arranjou confusão até o momento:

- Servidores “tomam” a Praça Sinimbu

- João Lyra chama Téo Vilela de incapaz

- Manifestantes invadem prédio da Secretaria da Fazenda

- Governador se reúne com sindicalistas e anuncia coletiva

Interessante algumas declarações do candidato derrotado João Lyra:

“Para ser governador precisa primeiro ter capacidade de administrar. Se eu tivesse sentado, isto não estaria acontecendo, o povo estaria soltando fogos. Isso porque eu sei manipular dinheiro e administração.”

Falou quem levou facada de tudo o quanto é deputado para o qual emprestou dinheiro, crente de que, assim, conseguiria mais votos. Quase morre de desgosto no dia seguinte à eleição e ainda é capaz de cantar vitória (?), de afirmar que o povo estaria mais feliz com ele (??).

“A equipe joga a culpa do problema administrativo para o antigo governo, mas eu acho que o Ronaldo Lessa tinha mais mobilidade para tratar com dinheiro”, ressaltou.

Saber ele sabe - manteve suas robalheiras ‘ocultas’ durante seus oito anos de governo e deixou esse pepino, o aumento das classes (que, pela lei fiscal ou sei lá do quê, parece mesmo ir contra a constituição), achando que o senhor é que seria o candidato vencedor da eleição de 2006.

Tem que saber perder, Doutor.

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A IRRESPONSABILIDADE

A notícia publicada nos jornais sobre o ataque de um “bando” que queimou um ônibus na Ufal é uma irresponsabilidade que deve ser combatida com rigor. A notícia mal-apurada levou ao desencontro de números – um jornal publicou que foram “quatro bandidos” encapuzados; outro jornal, mais exagerado, publicou que foram “oito bandidos”.

Na verdade, foram quatro universitários que fazem oposição à direção do Diretório Central dos Estudantes – DCE – que decidiram pelo protesto de mau-gosto, além de criminoso, claro. Graças a Deus, o fogo só queimou um banco do ônibus e foi debelado com o auxilio de apenas um extintor - e isso exatamente porque se tratou de uma ação de amadores.

A sociedade pode ficar tranqüila, pois não se tratou de ação do crime organizado como ocorre no Rio de Janeiro e São Paulo.

Aliás, de tão amadores e irresponsáveis, um dos quatro estudantes deixou cair a própria identidade durante a fuga.Trata-se do universitário Lucas Cavalcante Maia, 20 anos, que será ouvido pela polícia.

Gênios. Principalmente o tal Lucas. Tsc.

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Da Folha de S.Paulo, no Rio

Três ladrões atacaram uma balconista às 22h30 de anteontem no Rio e cortaram 60 cm de seus cabelos, que atingiam a cintura. Levaram ainda o celular e a bolsa com documentos e cartões.

“Um puxou a bolsa e o outro cortou meu cabelo. Foi tudo muito rápido”, disse ela.

O preço de 40 cm de cabelos varia de R$ 50 a R$ 300, dependendo da qualidade, segundo pessoas envolvidas na comercialização e que preferem não ser identificadas.

“Acho que roubam para vender para lojas que fazem apliques, perucas, implantes”, afirmou a delegada Valéria de Castro.

Foi o segundo caso do tipo em dois meses, conforme a polícia, que registrou o crime como roubo e lesão corporal.

Tá vendo, amor? Por isso que eu sempre te recomendei deixar o cabelo curto. Além de você ficar mais bonita assim, é claro. =)

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Britney Spears, 25 anos, e Paris Hilton, 25, não são mais amigas desde o final de dezembro, mas somente agora é que o motivo da briga começou a ser discutido. De acordo com o jornal The Post Chronicle, a popstar decidiu romper a amizade com a socialite após ver suas fotos sem calcinha em revistas e tablóides dos Estados Unidos.

Fotografadas todos os dias nas primeiras semanas de novembro, as duas freqüentaram discotecas de Los Angeles e abusaram do álcool, sempre rodeadas de seguranças.

Com três flagras sem calcinha clicados em apenas uma semana, Britney decidiu que a amizade teria que acabar. “Ela acredita que Paris é culpada por levá-la a um mundo mais louco”, contou o amigo da cantora.

Claro, andar sem calcinha e encher a cara é estar num mundo mais louco. Faltou fazer o vídeo pornô caseiro, Brit, aí tava completo.

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Meu primeiro review para o UHQ, lá em 2004:

Título: SEAGUY # 1 a 3 (DC Comics) - Minissérie mensal em três edições

Autores: Grant Morrison (texto) e Cameron Stewart (desenhos).

Preço: U$ 2,95 cada

Número de páginas: 32 cada

Data de Lançamento: Julho a Setembro de 2004

Sinopse: O mundo é um reino de paz e diversão. Para que isso acontecesse, boa parte dos super-heróis morreu no combate final ao maior de todos os vilões, o Anti-Papai.

Os poucos que sobreviveram se aposentaram. Afinal, eles não seriam mais necessários. Não havia contra quem - ou o quê - lutar num lugar em que a utopia finalmente aconteceu.

É neste cenário que Seaguy, um pseudo-herói sem superpoder algum, habitante de Nova Veneza, tem como principais passatempos jogos semanais com a Morte - um gondoleiro -, nos quais aposta sua mortalidade; e as idas ao parque temático do Mickey Eye; um estranho personagem de um famoso desenho animado.

Mas quando tijolos grafados com hieróglifos começam a cair da lua, o herói e seu parceiro, Chubby Da Chonna - um atum falante, flutuante e fumante -, vislumbram a chance de participar de uma grande aventura… a qual podem não sobreviver.

Positivo/Negativo: Se os fãs do escocês Grant Morrison já cansaram de se queixar das extremas doses de realismo de sua fase em New X-Men - que terminou em março deste ano nos Estados Unidos -, podem comemorar o retorno do autor às idéias malucas e situações bizarras na volta à Vertigo, linha adulta da DC Comics, com Seaguy.

Comprometido com o que ele mesmo classificou como um “novo sentimentalismo” - manifestação contra a onda de personagens mal-encarados e tramas extremamente pés-no-chão que se tem visto no mainstream americano nos últimos tempos -, Morrison criou todo um mundo fantástico para seu mais recente personagem; inspiração que será utilizada em outras abordagens, nas minisséries já anunciadas We3, com Frank Quitely (The Authority) e Vimanarama, com Philip Bond (Como matar seu namorado).

Seaguy pode ser encarado, inicialmente, como um dinâmico gibi de super-heróis. Pelo menos em sua primeira edição, quando o leitor é apresentado ao protagonista, aos coadjuvantes e à situação.

A investigação do herói acerca dos estranhos tijolos que despencam da lua e o surgimento da estranha criaturinha Xoo, um ser rosado que, antes, não passava de um mero conteúdo de um novo refrigerante.

E, claro, há o suspeito Mickey Eye…

Entretanto, nas edições 2 e 3, o criador dos Invisíveis leva o seu novo sentimentalismo à base de insanidades psicodélicas diversas - como a verdadeira origem da lua e a cidade perdida da Atlântida -, passando pelo “conspiracionismo” sócio-global que lhe é característico em outros trabalhos.

A minissérie dá reviravoltas e surpreende, mas mantendo o clima (aparentemente) leve e divertido.

Seaguy transmite uma falsa inocência e perfeição no mundinho de seu protagonista. Superficialmente, vê-se todo o brilho de um lugar fantástico, antes povoado por super-humanos. Transpondo essa camada, surge toda a podridão e feiúra que aqueles no poder não querem que se saiba da existência.

Ajudado pela bela arte de Cameron Stewart (Catwoman), Morrison critica os meios de massificação da nossa sociedade, assim como nossa inação quanto a eles, sem esquecer de contar um singelo conto de amizade e aventura.

O ponto negativo da mini é o fato de servir como introdução ao universo do Seaguy, bombardeando o leitor com muita informação e pouco desenvolvimento e resolução das questões apresentadas. Isso acaba por tirar parte da graça da leitura.

Mesmo assim, dentro no estilo “novo sentimentalismo” de contar histórias em quadrinhos, cumpre seu papel. Afinal, em vez da narrativa descomprimida dos gibis atuais, influência dos mangás, a obra faz uma supercompressão do conteúdo.

Seria o mangá ocidental (western manga, no original), como nomeou Morrison.

Fica a torcida para que Morrison e Stewart retornem em breve à primeira seqüência da série: Os Escravos de Mickey Eye.

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Voltei a colaborar com o UniversoHQ:

Editora japonesa lança revista de distribuição gratuita

Angelina Jolie fora de Sin City 2?

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Tem tudo para ser um clássico instantâneo.

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