Nos países onde existe um mercado real para hqs nacionais, as coisas costumam funcionar um pouco diferente. Mesmo tendo o material todo pronto ou engatilhado, vai-se apresentando a idéia aos poucos. Normalmente envia-se um “pitch”, que é um resumão de tudo o que vai acontecer, mais amostras da arte, talvez as primeiras quatro ou cinco páginas desenhadas. Em cima disso a editora questiona os autores, pede mais amostras, até sentir que a história tem potencial. Só então é dado o sinal verde para a produção. Isso é legal porque economiza tempo e energia dos autores e da editora.
Márcio Massula dá a sua visão sobre a ausência de editoração na produção autoral do quadrinho brasileiro - a qual eu assino embaixo.


Danilo Valeta said:
São dois lados da mesma moeda… Se por um lado as editoras só aceitam material pronto, por outro a maioria não aceita muita intervenção em suas “obras”, e numa parcela ridiculamente grande desses materiais, não há edição que salve. Vivi isso nos meus tempos de editor de gibi.
15 hours after the fact.O fato é: nosso mercado não existe, portanto as pessoas nas editoras estão tão ou até mais perdidas do que o resto, o que significa que quem quiser mudar esse cenário vai ter que ser multitarefa.
Eu vivo dizendo isso: o que falta nas HQs BR é GERENTE DE PRODUTO.
Hector said:
e lá fora, além das 6 editoras que mais vendem, a coisa não é muuuito diferente.
1 day after the fact.