“Fico pensando às vezes,
Poxa, se eu tivesse conversado,
contado sobre meus sentimentos,
será que hoje estaríamos juntos?”

Os versinhos acima parecem inofensivos, no máximo medíocres. Pois eles foram produzidos para infectar seu computador. Após prometerem mulheres nuas, dinheiro fácil e outros “pecados”, uma nova leva de pragas virtuais resolveu usar abordagens sentimentais para enganar internautas desatentos e carentes via e-mail.

Os vírus emos –que, assim como os jovens das franjas, adoram apelar para a emoção– chegam com títulos “Te Adoro”, “Sempre Vou Te Amar” e semelhantes.

Não, eu não faço parte de nenhum grupo emofóbico. Mas aposto que conheço uns e outros que têm a carteirinha de sócio, sim.