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Sobre a minha história em parceria com o Thiago, Invisíveis, o Zé Oliboni (do PopBalões) foi bem claro:

Invisíveis, de Pablo Casado, é a história mais esperada da revista, porém, não está tão acima da média. O autor tem, aos poucos, construído um bom nome no ramo dos fanzines com os títulos da Napalm! Comics, mas, aqui, seu trabalho não cativa o leitor.

Apesar de mostrar conceitos diferentes de magia, a trama mais parece um prelúdio de algo maior. E não uma HQ autoconclusiva. Talvez se Casado continuar explorando esse universo que começou a criar depois de algumas edições surja algo bem interessante.

O desenho de Thiago Oliveira é bom, com forte influencia do mangá, tomando emprestado também elementos visuais de jogos de videogame da década de 1990. Destacam-se o visual do lobo-xamã e o trabalho em tons de cinza, que cria um clima adequado para a trama.

Mesmo assim, é perceptível que Oliveira ainda não tem um estilo bem definido, misturando conceitos que, ainda, não funcionam de forma harmônica.

Também houve um erro de impressão na primeira página da história, que ficou fora de foco, provavelmente por estar em uma resolução inferior à que deveria.

Valeu pelas críticas construtivas e pela ‘história mais esperada da revista’, Zé.