Falando em Homem-Aranha, o Rafael Galvão escreveu um texto muito bacana sobre as prezepadas aprontadas com o personagem ao longo dos anos e como elas ferraram sua essência adolescente e funcional:

Resumindo, reler as primeiras histórias do Homem-Aranha dão uma certeza: a de que ele pode ser muito bem aproveitado, mesmo às vésperas de completar 50 anos. Mas por alguma razão seus editores atuais não conseguem ver o óbvio, não conseguem voltar às raízes do personagem para descobrir novos caminhos. Por isso enveredam por atalhos que, no fim, se revelam becos sem saída.

Discordo (mesmo que não totalmente) do divórcio com a Mary Jane e sou partidário da idéia do não-aproveitamento da Betty Brant no Ultimate Aranha.

Leiam na íntegra.