Ao ironizar as críticas européias, Snyder procura deixar claro que seu objetivo principal com “300″ era “fazer um filme que fosse exatamente igual à HQ de Miller”, o que significa se permitir brincar com a história e seus personagens.

Contudo, ele mesmo propõe um paralelo de “300″ com a história contemporânea dos EUA. Depois de citar que teve a idéia de fazer o filme há sete anos, afirma reconhecer que, desde então, “vivemos uma época política importante”.

Dispensando-se de citar o 11 de Setembro e a consecutiva “guerra ao terror” da administração George W. Bush, o diretor afirma que “há fortes argumentos para ver Bush em Xerxes” e diz que o filme “evidentemente assume o ponto de vista de Esparta”.

Agora sim.