O estilista norte-americano Jeremy Scott levou irreverência à passarela da semana de moda prêt-à-porter de Paris, nesta terça-feira. O futurismo e as referências alienígenas são palavras-chave da coleção tanto para o guarda-roupa feminino, quanto para o masculino.

Peças da nova linha reproduzem instrumentos musicais na silhueta, como o body em forma de guitarra. Os anos 60 ganham ar contemporâneo nas saias godê e nos boleros.

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Via MBB.

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Via Ellis.

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Em meados da década de 90, o britânico Alan Moore retornava ao mainstream dos quadrinhos norte-americanos: o mercado de super-heróis. Decidido a colaborar com os novatos do segmento, considerando que seu relacionamento amigável com a DC havia sido deixado no passado e a Marvel nunca lhe pareceu uma possibilidade, ele tomou os diversos estúdios da Image Comics de assalto.

Moore escreveu algumas histórias para o Spawn de Todd McFarlane e teve seu run nos WildCats de Jim Lee; este, inclusive, chegou a ser coletado em duas edições encadernadas (Comin Home e Gang War, os quais possuo e são bem meieros, pra ser sincero). Sua investida final junto aos artistas-que-saíram-da-Marvel-e-decidiram-fundar-seus-próprios-estúdios foi na Awesome, de Rob Liefeld.

O escritor ficou responsável por reformular o universo de Liefeld, algo que se daria através do evento especial Judgement day, e de levar adiante uma nova formação da principal super-equipe da casa: o Youngblood. (In)Felizmente (?), as coisas não deram muito certo, e problemas financeiros da própria Awesome lançaram o projeto água abaixo - apenas três edições de Youngblood chegaram a ser publicadas.

O blog Scans_daily publicou esta semana a Awesome Holiday Special, uma edição de natal escrita por Moore e ilustrada por Steve Skroce que, em oito páginas, contou a origem da nova super-equipe. Vale pela curiosidade.

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A cantora Britney Spears ganhou uma boneca em versão careca e com camisa de força. O brinquedo, disponível no site de leilões pela Internet eBay por US$ 82, é uma sátira sobre a internação da cantora em clínica de reabilitação.

O anúncio no site garante que a camisa de força que a boneca usa é impossível de ser tirada. Sendo assim, “impossibilita possíveis ataques indesejados com guarda-chuva”.

Parece apelação, como foi o caso da Sheyla de Almeida - e eu nunca escondi isso, André, haha -, mas tudo o que tem se falado ultimamente sobre a Britney é muito divertido e triste. Porque a raspagem do seu couro cabeludo foi uma tentativa de reinvenção trash-cômica, buscando iniciar uma nova e melhor fase. Mas a queda de mais um ícone instantâneo da cultura pop continuou.

Antes idolatrada por menininhas invejosas e bobas e item de desejo de muito marmajão, Brit é agora o João Bobo do momento da indústria fonográfica. Todos querem um pedaço seu… apenas para escarrar e pisar em cima. Como eu mencionei acima, engraçado e triste.

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