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Da próxima vez em que o Bruce disser que é uma boa idéia fazer parceria com o Soldado Desconhecido, eu vou socá-lo bem no seu maldito pinto.

S-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l.

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Diretamente da Wikitravel:

Maceió was a very safe city for Brazil or any country. Today you must watch your wallet in the main places of the city: Centro, Pajuçara or Ponta Verde. If you see anyone wearing a shirt whit the phrase: “Comando Vermelho” or “Mancha Azul”, don’t keep walking, try to find a secure place to stay. Anyway, there are some areas in Maceio that still safe, like: Farol, Gruta and Fernandes Lima.

Sabe o que é mais irônico desse comentário colocado pelo usuário na maior enciclopédia colaborativa do mundo? Ele está certo em sua conclusão geral, mas errado nas especificações.

Esqueçam o que ele falou sobre os bairros do Centro, Pajuçara ou Ponta Verde. Devido ao crescimento desordenado, concentração de renda e consequente falta de oportunidades - seja em termos de educação ou de trabalho -, nenhum bairro da cidade é totalmente seguro.

Seja ele periférico ou não.

Quanto as nomeclaturas “Comando Vermelho” e “Mancha Azul”, elas se referem às torcidas organizadas dos times mais conhecidos do estado: CRB e CSA, respectivamente. Você só precisa encontrar um lugar seguro para se esconder deles depois de um clássico entre os dois times, provavelmente ocorrido no estádio Rei Pelé.

Qualquer outra situação em que você se sentir inseguro por causa deles, pode apostar que não tem nada a ver com a facção esportiva da qual eles fazem parte.

E o trecho mais engraçado de todos: Farol, Avenida Fernandes Lima e Gruta entre os locais mais seguros de Maceió? Hah! Isso só pode ter sido escrito por um turista que passou mais tempo do que devia na cidade, e acabou não aprendendo as coisas direitos.

A Avenida Fernandes Lima, a mais conhecida da capital, fica no bairro do Farol, na parte alta da cidade. Ele, o bairro, é caracterizado pela mescla de residências e pontos comerciais, o que tem chamado a atenção dos bandidos nos últimos tempos. O que só veio a incrementar os números, já que o Farol é um dos bairros onde não se pode andar de bobeira.

E é alguém com um pouco de propriedade que fala sobre o lugar: boa parte da minha infância e adolescência foram passados nele, já que meus avós moram por lá desde que nasci. Tenho meus amigos de longa data no bairro e, hoje, meu local de trabalho é nele - defronte para a Avenidas Fernandes Lima, que não pode ver uma chuvinha para não ficar engarrafada.

A Gruta é um dos bairros vizinhos do Farol, e sua situação não é muito diferente.

O Wiki como um todo tem seus pontos falhos, incluindo itens desatualizados (a boate Skyy fechou, camarada) e errôneos (a Middo fica na Ponta Verde, e não na Pajuçara). Seria até legal dar um update na passagem de ônibus, que hoje custa R$ 1,70 - uma das mais caras do país, mas que não condiz com o serviço porco das empresas que comandam o transporte público na cidade.

É o caso de juntar, sem ufanismos bestas, uns maceioenses com um inglês bacana para dar uma arrumada na casa. Por que imagina o seguinte: quantos turistas potenciais podem estar utilizando a wikitravel para descobrir para onde vão nas próximas férias? É o caso até da Secretaria de Turismo chegar junto, fazer um marketing de guerrilha (acho que o termo encaixe) disfarçado através do wiki.

Hm… melhor não. Eles iam fazer besteira.

Mas uma coisa eu recomendo: não assistam ao pôr-do-sol na Avenida da Paz. Por favor.

Na verdade, não assistam ao pôr-do-sol em nenhuma parte da cidade. Afinal, estamos do lado do Atlântico, e o crepúsculo fica na direção do Pacífico. Eu recomendo, respeitando a nossa geografia, um belo alvorecer.

Link via Thiago.

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Sheyla de Almeida, 27 anos, a siliconada mais famosa no Brasil, afirma que fica muito excitada na praia. “Eu me lembro das coisas picantes que já fiz no mar”. A praia, para mim, é o melhor lugar para se fazer amor”, garante.

A modelo capixaba afirmou que já recebeu várias cantadas, algumas muito ousadas. Um, mais ousado, fez questão de tocar nos seios da siliconada.

“Eu estava deitada na praia, de olhos fechados, quando veio um rapaz por trás e passou a mão nos meus peitos. Depois ele pediu desculpa e disse que não consegui se controlar”.

Apesar do assédio e dos olhares bem indiscretos, Sheyla revela que gosta do clima de sensualidade e de prazer que rola na praia. “Me sinto muito bem, fico excitada e minha auto-estima vai lá em cima”, confessa.

Peraí, é assim tão fácil: é só passar a mão e pedir desculpa que ela curte? Ah, eu também quero!

Via Thiago, mais um que não deixou o assunto morrer… na praia.

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