O governo [de Alagoas] entregou a segurança pública a um grupo político que jamais teria se formado, jamais teria sobrevivido, sem o dinheiro do crime – assaltos a bancos, roubos de carros, de cargas, seqüestros e pistolagem.
O governador Téo Vilela desarticulou o esquema nomeando um general e esse “grupo político” entrou em pânico; para o ano tem eleição municipal, em 2010 tem eleição majoritária e como disputá-las sem o dinheiro dos assaltos a bancos?
É por essas e outras que fico pensando em, futuramente, cursar História e me especializar no estudo da origem do crime em Alagoas. Enquanto o Rio enfrenta a violência em decorrência das quadrilhas que vivem nos morros, aqui nós temos que lidar com os líderes de família criminosos, que não comandam a pouco tempo.
Nosso Estado deve ter se desenvolvido podre desde sua raiz.

