O governo [de Alagoas] entregou a segurança pública a um grupo político que jamais teria se formado, jamais teria sobrevivido, sem o dinheiro do crime – assaltos a bancos, roubos de carros, de cargas, seqüestros e pistolagem.

O governador Téo Vilela desarticulou o esquema nomeando um general e esse “grupo político” entrou em pânico; para o ano tem eleição municipal, em 2010 tem eleição majoritária e como disputá-las sem o dinheiro dos assaltos a bancos?

E como assaltar bancos sem a garantia da impunidade? Sem o respaldo da “banda podre” da polícia? Não dá.

É por essas e outras que fico pensando em, futuramente, cursar História e me especializar no estudo da origem do crime em Alagoas. Enquanto o Rio enfrenta a violência em decorrência das quadrilhas que vivem nos morros, aqui nós temos que lidar com os líderes de família criminosos, que não comandam a pouco tempo.

Nosso Estado deve ter se desenvolvido podre desde sua raiz.

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O filme “300″, do qual participa Rodrigo Santoro, foi considerado pelo governo iraniano como “um complô que faz parte da guerra empreendida pelo inimigo”, segundo o porta-voz Gholamhossein Elham.

A obra foi criticada também por alguns jornais iranianos, que lamentaram a maneira que os persas são representados, como um povo “com sede de sangue, não civilizados e brutais”. O filme, disse Elham, faz parte de uma “invasão cultural do inimigo” que pretende “distorcer e insultar a cultura do nosso país, roubando a sua identidade”.

Eles não entenderam a metáfora, pelo amor de Deus.

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Texto só para assinantes disponibilizado na íntegra:

‘Paraíso Tropical’ revolta pernambucanos

A nova novela das oito da Globo, “Paraíso Tropical”, virou motivo de revolta de telespectadores em Pernambuco.

O “problema” é que a Globo gravou cenas em um resort em Porto de Galinhas, mas diz na novela que as imagens são de uma fictícia cidade baiana.

Na semana passada, o “caso” foi parar na imprensa local. O blog do jornalista Jamildo Melo registrou reações indignadas de pernambucanos.

“Estamos sendo roubados pela Globo”, comentou um dos leitores do blog. “É preciso dar uma basta no colonialismo cultural da Globo”, decretou outro, fazendo coro a “radicais” que cobraram providências de políticos e pregaram boicote à programação da Globo.

Para a Globo, não há razão para polêmica. A emissora informa que a maioria das cenas ambientadas no Nordeste foram gravadas na Bahia. Em Pernambuco, diz, houve apenas gravações com o ator Fábio Assunção na recepção e nas piscinas de um resort.

“Quando optamos por gravar na Bahia e em Pernambuco foi com o objetivo de iniciar a novela valorizando este país tão rico e que, eu acho, é o que vale a pena ser comemorado tanto por pernambucanos, como baianos”, diz Gilberto Braga, co-autor de “Paraíso Tropical”.

A Secretaria de Turismo de Pernambuco minimizou o caso, afirmando que é normal em Hollywood uma locação ser identificada como outro local.

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O ator Sylvester Stallone foi formalmente acusado nesta terça-feira em um tribunal australiano de importar 48 frascos de um hormônio de crescimento banido do país ao visitar a Austrália no mês passado, quando promovia seu filme “Rocky Balboa”.

Tu vai terminar desse jeito, Rocky.

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