O ator britânico Rowan Atkinson, 52 anos, anunciou que não vai mais interpretar o personagem Mr. Bean, que o tornou conhecido no mundo todo ao protagonizar um seriado e filmes cômicos, informou a agência Ansa.

Atkinson, que acaba de filmar As Férias do Mr. Bean, contou que é pouco provável a realização de outro longa-metragem ou de uma nova série com o personagem.

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Nos últimos anos, as séries de bronzeamento artificial viraram rotina na vida de Andréa Santos Lindner, 34 anos. Mas as sessões realizadas nos dias 14 e 15 de março em clínica da Barra da Tijuca mudaram para sempre a vida da estudante de hotelaria, casada e mãe de menino de 3 anos. Há 13 dias, ela está internada em estado gravíssimo no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão, com queimaduras de primeiro e segundo graus em 98% do corpo. Apenas o couro cabeludo escapou.

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- Mangá Death Note provoca polêmica na China

Para aqueles que notaram a ausência das minhas notas no UniversoHQ, explico que ando com pouco tempo para catar o conteúdo na rede. Mas, vez ou outra em que eu puder e a galera por lá precisar, estarei mandando notícias.

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Alan Wérner Schimidt, 14 anos, morreu eletrocutado, na tarde de sábado, enquanto estava urinando próximo a uma cerca elétrica na cidade de Ibicaré, no interior de Santa Catarina. O menino estava brincando com uma bola quando sentiu vontade de urinar. Eçe parou perto de uma cerca elétrica e acabou levando um choque. A corrente elétrica da cerca, de 220 voltz, foi conduzida até o corpo do menino pelo jato da urina.

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Blogueiros iranianos iniciaram a campanha contra 300 uma semana antes de sua estréia nos Estados Unidos.

Eles se dizem ofendidos pela forma com que os persas foram mostrados no filme e pela maneira com que a batalha de Termópilas foi narrada. O jornalista e blogueiro premiado Omid Memarian está entre estas vozes.

“(O filme) não apenas dá o resultado errado para batalhas, mas também deturpa brutalmente os persas e sua civilização. Infelizmente, pequena parte do currículo (escolar) dos Estados Unidos cobre história mundial e é muito fácil direcionar de forma errada o público a respeito de fatos históricos”, disse.

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Em entrevista à BBC Brasil para lembrar os 200 anos da proibição do comércio de escravos pele Império Britânico, tido como o ponto de partida para o fim da escravidão em todo o mundo, ela disse que “não é racismo quando um negro se insurge contra um branco”.

“A reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural. Quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou”, afirmou.

A chamada da entrevista é nebulosa até certo ponto e coloca a Secretária numa saia justa, mas se desfaz quando você lê a matéria por inteiro.

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Em artigo publicado nesta terça-feira no jornal britânico The Guardian, o jornalista e ativista ambiental George Monbiot afirma que utilizar biocombustíveis - como o etanol - para combater o aquecimento global “é uma fraude”.

“Se quisermos salvar o planeta, precisamos adiar por cinco anos os projetos em biocombustível”, defende Monbiot, conhecido por suas posições contrárias à globalização.

Para o jornalista, os programas de incentivo “são uma fórmula para desastres ambientais e humanitários”.

Para o autor, o Brasil é um exemplo que ilustra o “impacto” de se transformar recursos naturais em combustíveis.

“Produtores de cana de açúcar estão avançando sobre o cerrado no Brasil, e plantadores de soja estão destruindo a floresta amazônica. Agora que o presidente (americano, George W.) Bush acabou de assinar um acordo de biocombustíveis com o presidente Lula, deve piorar”.

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Maceió, o nome que batiza a capital alagoana, nasceu de uma expressão indígena do idioma tupi: Massayó-k, “o que tapa o alagadiço”. Li em algum livro ou numa matéria de jornal, porque a minha educação sobre a história do meu estado foi uma bela porcaria, que essa expressão também poderia significar “senhor do mar”. Ambas, considerando tanto a história quanto a geografia da cidade, têm bastante sentido.

Mas eu fico com “o que tapa o alagadiço”.

Porque eu gosto de imaginar que essa tradução, chamemos assim, referencia aos mangues encontrados comumente nas proximidades da faixa litorânea da cidade antes da colonização aqui chegar. Com o estabelecimento da ordem e progresso, o homem precisou aterrar o mangue para fixar sua morada, modificando a paisagem e transformando a natureza em estruturas cimentadas.

Esqueçamos por um momento que eu também sou filho do urbano e do tecnológico, e morreria de tédio depois de duas semanas numa área rural sem toda essa porcaria que injetamos em nossos cérebros para viver, para considerar a questão metafórica: porque eu quero dizer que nós somos aquilo que tapamos o alagadiço. Caranguejos disputando espaço na escuridão sob os galhos da vegetação vigente, ora nos protegendo ora garfando com as patas nossos supostos inimigos. Supostos porque, pela lógica do universo, nós somos irmãos e esse é o nosso espaço.

O nosso meio.

E é exatamente aí onde quero chegar: no nosso meio ambiente social e na hipocrisia clichê da classe média aparvalhada. Porque, vejam só, eles/nós – ou Os Outros, se você está por dentro dos esquemas pop contemporâneos – estão assustados com a violência que tomou de assalto as ruas, casas e estabelecimentos das áreas nobres da cidade de Maceió. E decidiram tomar uma atitude: fizeram uma passeata pela orla da capital, todos vestindo branco, pedindo paz.

Não venho por meio desta crônica ironizar a iniciativa, mesmo achando-a um desperdício de tempo, nem pelo motivo que a originou: dois filhos da classe média assassinados recentemente de modo brutal. Um deles, proprietário de um posto de combustível, foi alvejado por assaltantes que tentavam roubar seu estabelecimento. O outro, segundo os rumores, após discutir por causa de um rabo de saia num barzinho/boate da juventude abastada, foi fuzilado com dez tiros pela outra parte do bate-boca, que parece ter perdido a disputa.

As duas mortes revelam (mais uma vez) a fragilidade de uma sociedade que, diferentes daquelas que são reféns de traficantes e do crime organizado, sempre esteve encoleirada por oligarquias familiares. Elas que são responsáveis pela concentração de renda absurda existente em Alagoas e dos crimes de mando (ou pistolagem, se preferir) brutais que só aqui são tão corriqueiros. A pistola no coldre dos senhores do mar sempre regeu a Lei para aqueles que formavam a lama do mangue.

Mas o que me irrita é constatar uma classe média hipócrita, que não reconhece os pecados que ela própria cometeu e comete – e isso ficou bem claro no discurso do organizador da caminhada pela paz que aconteceu, e que assisti hoje no Jornal da Manhã, com Ricardo Mota. Quando entrevistado, o sujeito, um empresário que também se chama Pablo, disse, mais ou menos, que se “algo parecido voltasse a ocorrer no nosso meio, mais caminhadas seriam feitas”.

Ah…

Precisou que dois filhos de pais instruídos fossem mortos, mais uma vez, para que a classe média se apavorasse. Ignorando o fato de que um deles foi morto por um colega de mesmo nível social. O importante é que o “nosso meio” foi atingido, e precisamos tomar providências. Vamos nos vestir de branco e pedir paz para dormirmos mais tranqüilos. Com certeza, os pais e demais parentes dos rapazes assassinados vão se sentir vingados.

É claro que não vão. Ações como essas não podem nem ser consideradas paliativas. São ilusórias. E imagino que os familiares estejam se agarrando a qualquer coisa na esperança de que a justiça seja feita, e a eles dedico meus pêsames e energias positivas. Da mesma maneira que sinto pesar pelos filhos da periferia e de seus pais e mães, que nem caminhada pela paz tem.

Não que este seja um discurso engajado de um pseudo-esquerdista metido a intelectualóide social – mas de outro filho da classe média que sente desgosto com discursos de mau-gosto. Imagino que a iniciativa do empresário-xará tenha sido feita com a melhor das intenções, só fica entalado na garganta essa coisa do “nosso meio”. Porque Maceió, toda a cidade, é o nosso meio.

E você nunca se sentirá seguro numa cidade em que os pobres só ficam mais pobres e são jogados para debaixo do tapete sempre quando quem manda tem a oportunidade, onde dez filhos de famílias de sobrenomes fortes espancam quem querem e, quando a polícia prepara-se para fazer seu trabalho, levam uma carteirada e temem por sua vida. Informações dadas pelo próprio Ricardo Mota hoje, após a matéria sobre a caminhada pela paz.

A Matrix é mais tangível do que essa paz quando consideramos a realidade social do “nosso meio”, caranguejo.

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Quando os canadenses Debbie Melnyk e Rick Caine decidiram fazer um documentário sobre Michael Moore em 2004, sua intenção era realizar uma biografia elogiosa do autor de “Tiros em Columbine” (2002) e “Fahrenheit 11 de setembro” (2004). Ao longo das filmagens, porém, eles descobriram tantos podres do cineasta americano que o projeto assumiu um tom francamente negativo.

“Fabricando polêmica - Desmascarando Michael Moore”, resultado de seu trabalho, poderá ser visto nesta semana no festival É tudo verdade - quarta-feira no Rio, quinta em São Paulo.

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Estudantes de Harvard criaram um clube para promover a abstinência sexual. Batizado “True Love Revolution” (ou “verdadeira revolução do amor”, em português), o clã foi fundado no começo deste ano escolar e tem cerca de 90 membros. Harvard tem quase 7 mil estudantes.

Sarah Kinsella e Justin Murray, o casal de estudantes de Harvard pioneiro nesta empreitada, já criticaram seus colegas por discriminá-los na prestigiosa universidade de Boston, em Massachussets.

Kinsella e Murray acusaram diretamente Harvard de criar um ambiente onde “é dado como certo” que os estudantes devem ter comportamentos sexuais e que quem se comporta de outra forma é visto de modo suspeito.

No Dia de São Valentim, o casal enviou um cartão a todos os matriculados em Harvard com os dizeres: “Por que esperar para fazer sexo? Porque você merece esta espera.”

Puta merda. A realidade emulou (depois de ter sido primeiramente emulada, claro) a série do Steven T. Seagle e da Becky Cloonan da Vertigo, American Virgin.

Pixel, lança isso aqui.

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