A menor Aline Karine, 14 anos, que residia em Arapiraca e foi morta depois de torturada há quase um mês, era mais uma menor arapiraquense que freqüentava a “Lan House” para bater-papo com namorados virtuais – e um deles estava bem perto, na própria cidade; e foi a sua perdição.
Bem mais velho que ela, o namorado tinha o impedimento de ordem legal – era casado; e foi uma paixão de abalar a cabeça de Aline e o casamento dele.
Entre tantas as versões surgidas para justificar a morte brutal da menor, esta parece a mais plausível; as “Lan Houses” estão lotadas de menores nos bate-papos virtuais e muitas delas – não só em Arapiraca – acabam envolvidas com “amigos virtuais” casados. Esse deve ter sido o caso de Aline, cuja investigação se arrasta há quase um mês.
[…]
Concordo com o amigo policial quando afirma que o esclarecimento do crime tem implicações sócio-econômica-política; parece que restará apenas o aviso para que a garotada tenha cuidado com os amigos virtuais – ao lado dele pode estar um “monstro de saia”.
“Fani BBBoa demais”? Faltou umas caras e bocas melhores, mas não vou ser chato - deixa a mina curtir o único tipo de fama que pode ter com essa… capacidade.
Via Claudio.
Como surgem mensagens subliminares pornográficas numa história em quadrinhos infanto-juvenil
Posted at: 2:55 pm, filed under: Arte Seqüencial, Linha de Produção.Aqui estou eu, encarando mais um dia de expediente morno no trabalho, quando aproveito - depois de fazer o único serviço que me foi passado hoje - para rascunhar o script da edição 4 da BIT HUNTER GIRL. Na segunda página, travei no primeiro quadro, quando deveria colocar uma conversação sobre “amenidades” entre dois personagens.
Decidi, então, colocar um diálogo tapa-buraco na boca de um desses personagens, já pensando que teria que quebrar a cabeça para modificá-lo de modo decente posteriormente:
********:
–tinha uns quinze metros de altura. Cravei a espada na altura da nuca e desci correndo pelas costas dele, rasgando tudo.********:
Isso me valeu alguns décimos de nível e um belo exercício.
Fiquei imaginando uma resposta da protagonista Júlia, outro remendo que precisaria de retoques no arremate final do roteiro. Mas aí me veio uma coisa pervertida de escrever:
Júlia:
É uma pena que vírus-ciclope tenham saído de moda. Nunca enfrentei um deles.Júlia:
Eu queria saber qual a sensação de dar uma dedada naquele olho gigante e cabeludo…
Agora, estou realmente tentado a deixar as coisas assim e me divertir com a reação da molecada que sacar a piada. Ou dos pais que, por ventura, venham a passar os olhos pelo o que os filhos andam lendo na rede.
A música dos Beatles poderá ser descarregada em breve da Internet graças a um acordo entre a Apple Corps, companhia fundada pelo grupo, e seu selo fonográfico, a EMI.
Os dois membros do grupo ainda vivos, Paul McCartney e Ringo Starr, e os familiares e representantes de John Lennon, como Yoko Ono, e de George Harrison reivindicavam os direitos pelas vendas dos álbuns Help!, Rubber Soul, Sergeant Pepper’s Lonely Hearts Clube Band e Abbey Road, além de Imagine, disco solo de Lennon.
Tem coisas que só o Terra faz por você:
Lavínia Vlasak posa de sutiã e minissaia para ensaio
A atriz Lavínia Vlasak, 30 anos, fez um ensaio ousado para a revista UM de abril. Ela posou de sutiã e minissaia e aparece de calcinha na capa da publicação.
“Já transei em cima do capô do carro”, conta Viviane Araújo
Quem nunca pensou em cometer alguma “loucura” para satisfazer o desejo? Viviane Araújo conta que não resistiu e se entregou aos seus instintos em um daqueles momentos em que a situação não pode ser adiada. “Já transei em cima do capô do carro no meio da rua. Mas, estava bem escuro”, diz a modelo e atriz.
Homem-de-Ferro: a primeira imagem da armadura…
Posted at: 12:49 am, filed under: Arte Seqüencial, Cinema.Uma verdadeira canseira tem me tomado nas últimas duas semanas. Como a última delas foi a do feriado prolongado, aproveitei para ficar preguiçoso além da conta. A Ana meio que me acompanhou, mas ela tem lá seus motivos com os estresses e correrias no trabalho dela, onde é funcionária; e das mais competentes. Eu não passo de um mero estagiário – e como não cansam de repetir no meu (“meu”, hah) setor, “num lugar onde tem criança e estagiário, quando alguma coisa sai errada, a culpa é da criança ou do estagiário”.
O grande problema é que as coisas andam mornas no trabalho. Tem o que fazer, mas não muito, nem pouco. Elas me mantém ocupado durante meio expediente. A culpa não é minha nem da empresa: ora trabalho que fazemos lá no setor tem esses picos de ócio, ora é um tumulto de pendengas para resolver. Acho que a única que não tem folga a minha chefe, a gerente da área. Mas como ela é bem paga para isso, não tem porque eu ou ela nos preocuparmos, certo? Até porque eu sei que, semana que vem, o bicho pega por lá…
Sobre as coisas estarem mornas, que era o que eu estava falando no começo do parágrafo aí de cima, não é uma grande vantagem: minha mente acaba ficando no modo ocioso por muito tempo. Quando chego em casa e me vejo sentado na frente do micro novamente, me dá um desespero incrível, as pernas doem e eu lembro que estou sem cigarros e que preciso parar de fumar pra Ana não esfaquear os meus pulmões antes que ela perceba que vai cuidar de um homem com câncer. Acabo sem vontade de ler, ver TV, espairecer. Vou direto pra cama antes das nove da noite. Nove.
Isso, claro, não é vida. É por isso que hoje eu estou aqui, batendo no teclado e remoendo as idéias iniciais para o roteiro da quarta edição da BIT HUNTER GIRL, a sair em junho num website perto da sua internet, e de uma compact graphic novel de 20 a 24 páginas que seria meio que uma seqüência de uma história minha já publicada. No final da fila, tem os roteiros pro Nash, a sair na Quadrinhópole. Tenho três plots prontos e um deles já foi rascunhado na forma de script – falta agora dar o trato final nas anotações. Mas como eu gostaria de bancar o Thiago para desenhar e minha grana está comprometida com a BIT e com um projeto pessoal que não tem nada a ver com quadrinhos, bem, ainda não sei o que fazer.
Enquanto isso, vou ouvindo compulsivamente Frank e Back to Black, os dois álbuns da européia que mais parece uma negrona americana pelo vozeirão chamada Amy Winehouse (obrigado, Arthur Dapieve); lendo com gosto What a wonderful world!, mangá do Inio Asano, uma verdadeira pérola sobre a qual estou escrevendo uma resenha; e querendo voltar as minhas sessões semanais de cinema com o italiano O Crocodilo – isso porque nem falei dos dvds atrasados (Dália Negra, Scanners, Crime Delicado, Três homens em conflito e a lista segue).
Então, se você é leitor ‘antigo’ do blog, sabe que essa semana tem tudo para ser recheada de postagens gordas. Se você é um dos novos, entra na brainstorm. Eu tô com tesão de novo.




