Aqui estou eu, encarando mais um dia de expediente morno no trabalho, quando aproveito - depois de fazer o único serviço que me foi passado hoje - para rascunhar o script da edição 4 da BIT HUNTER GIRL. Na segunda página, travei no primeiro quadro, quando deveria colocar uma conversação sobre “amenidades” entre dois personagens.

Decidi, então, colocar um diálogo tapa-buraco na boca de um desses personagens, já pensando que teria que quebrar a cabeça para modificá-lo de modo decente posteriormente:

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–tinha uns quinze metros de altura. Cravei a espada na altura da nuca e desci correndo pelas costas dele, rasgando tudo.

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Isso me valeu alguns décimos de nível e um belo exercício.

Fiquei imaginando uma resposta da protagonista Júlia, outro remendo que precisaria de retoques no arremate final do roteiro. Mas aí me veio uma coisa pervertida de escrever:

Júlia:
É uma pena que vírus-ciclope tenham saído de moda. Nunca enfrentei um deles.

Júlia:
Eu queria saber qual a sensação de dar uma dedada naquele olho gigante e cabeludo…

Agora, estou realmente tentado a deixar as coisas assim e me divertir com a reação da molecada que sacar a piada. Ou dos pais que, por ventura, venham a passar os olhos pelo o que os filhos andam lendo na rede.