[…]
Na “Billboard”, Maria do Céu Whitaker Poças é descrita como “estrela”, “radiante” e uma das cantoras brasileiras de maior apelo internacional da nova safra.
Gosto demais do som dessa moça de nome torto e beleza castanha.
[…]
Na “Billboard”, Maria do Céu Whitaker Poças é descrita como “estrela”, “radiante” e uma das cantoras brasileiras de maior apelo internacional da nova safra.
Gosto demais do som dessa moça de nome torto e beleza castanha.
O consumo de carne de porco transforma heterossexuais em homossexuais. A afirmação, divulgada no site da organização muçulmana Ahmadiyya, está provocando polêmica entre os homossexuais de Berlim e entre os opositores à construção de uma mesquita da mesma organização na região leste da capital alemã.
[…]
“Este modo de raciocinar dos Ahmadiyya contradiz a Constituição alemã. E não queremos que seja difundida entre nós”, disse nesta segunda-feira ao jornal “Berliner Zeitung” o porta-voz do movimento de protesto contra a construção da mesquita, Joachim Swietik.
No artigo publicado na internet, a autora muçulmana se baseia nas afirmações do falecido líder da comunidade Ahmadiyya, Kalif Mirza Tahir Ahmad, segundo o qual “a crescente tendência à homossexualidade tem relação com o consumo de carne de porco em nossa sociedade”.
Sério: eu preciso comentar uma besteirada auto-explicativa como essa?
Via Danilo, decepcionado com a humanidade (você não está sozinho, camarada).
Warren Ellis está à toda. Pela primeira vez em sua carreira, ele é um sucesso simultâneo no mainstream super-heroístico - NextWave, Homem-de-Ferro: Extremis, Thunderbolts - e no segmento indie estadunidense - Desolation Jones, Fell.
E o cérebro do velho bastardo de Southend transborda idéias elétricas para além dos quadrinhos. Só este ano, por exemplo, ele lança seu primeiro romance, Crooked Little Vein, e se prepara para escrever o segundo, Listener; para a TV, ele aguarda (mesmo que pessimista) a aprovação de Dead Channel, sua série de humor negro para uma emissora norte-americana.
Voltando à Nona Arte, Ellis tem um plano ambicioso: colocar de vez a editora Avatar Press no mapa. Para tanto, está depositando sob o selo de William Christiansen algumas de suas idéias mais mirabolantes. A principal delas será, com certeza, Doktor Sleepless.
Jogo minhas fichas nessa série, principalmente, após ler a página 1 do script da edição de estréia:
DOKTOR
PEOPLE LIKE LISTENING TO CHARACTERS. CHARACTERS
ARE SAFE, BECAUSE THEY’RE NOT REAL.DOKTOR
SO TODAY I BECOME A CHARACTER.
Promissor, promissor.

R. Stevens, webcartonista da sensacional tira diária Diesel Sweeties, explica em sete tópicos como e porque fazer hq’s on line.
A acusação é do diretor de filmes independentes Stephen Tramontana, autor em 2003 de um filme intitulado Grindhouse, cujo orçamento foi de apenas US$ 4 mil e, no mesmo ano, foi premiado como “melhor filme de horror” no New York International Film and Video Festival.
Tá com cara de jogada de marketing furada do cara, isso sim.
Comer chocolate meio-amargo provoca uma sensação mais longa e intensa na pessoa do que beijar na boca, de acordo com um estudo da Universidade de Sussex, na Grã-Bretanha.
Casais com cerca de 20 anos de idade tiveram batimentos cardíacos e atividade cerebral monitorados enquanto deixavam um pedaço de chocolate se derreter na boca e, depois, enquanto se beijavam.
Em alguns casos, o chocolate mais do que dobrou o ritmo dos batimentos cardíacos dos participantes.