Uns idiotas de Hollywood irão, infelizmente, refilmar a pérola Pássaros, de Alfred Hitchcock - e vão usar o aquecimento global como causa da fúria repentina das aves.

Como se o filme tivesse alguma coisa a ver com meio ambiente e preservação ecológica; e aí eu cito o Marcelo Hessel, autor da nota:

No filme original, baseado no conto de Daphne Du Maurier (1907-1989), a bela loira Melanie Daniel (Tippi Hedren) chega a Bodega Bay perseguindo o solteirão Mitch Brenner (Rod Taylor), quando é inexplicavelmente atacada por uma gaivota. Inesperadamente, milhares de pássaros aparecem na cidade, instaurando o caos no lugar. Mais do que um terror sobre um fenômeno inexplicável (o fato de ele ser inexplicável é a graça do negócio), o filme é um exame de relações humanas, sobre como Mitch, no momento de perigo, reavalia a imagem que ele faz de Melanie - e consequentemente o sentimento que nutre por ela.

Além disso, é uma aula de caracterização de personagens e terror psicológico.

Uma pena cometerem esse pecado.

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Para justificar algumas ações do governo, entre elas o corte de gastos, Teotonio Vilela traçou um quadro “sombrio” da situação do Estado de Alagoas encontrada por ele e sua equipe. Entre os índices assustadores, o governador destacou os 46% de analfabetos e cerca de 1,5 milhão de alagoanos que se encontram abaixo da linha da pobreza.

“A situação é crítica, mas não está escrito em lugar nenhum que o Estado de Alagoas está condenado a ter os piores indicadores sociais do Brasil. Nós vamos mudar isto e estamos trabalhando desde o início, mesmo com medidas por vezes impopulares”, salientou.

O governador – em seu discurso – salientou que administrar “dentro da legalidade e com escrúpulos dá trabalho, mas não sabemos fazer de outra forma. Chegamos ao governo com este discurso”, complementou.

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Escritores e desenhistas debatem, no Engine, sobre seus métodos particulares de criação e desenvolvimento de uma HQ e dos (supostos) dogmas que a mídia possui.

Warren Ellis, o dono do botequim virtual, numa de suas colaborações, explicou uma coisa que já aprendi na prática:

Getting dialogue right takes a lot of practice. Read it aloud - does it sound natural? If not, revise it.

Now explain Frank Miller.

For those watching — these are all good ideas, but, if you’re thinking about writing comics, please, please remain non-dogmatic. Consider Frank Miller as the example at hand — the dialogue works on the page, but, as SIN CITY proved, you just can’t say that shit out loud.

Comics are a bastard art, a hybrid, and the limitations of the panel mean that comics dialogue takes from the slogan just as much as it takes from the theatre.

Via Journalista.

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Os Estúdios Mauricio de Sousa divulgaram as últimas informações sobre como participar do processo seletivo para roteirista da Turma da Mônica.

Como não serão aceitos roteiros em texto corrido, os candidatos devem estar atentos para os seguintes procedimentos:

Peraí… não era avaliação para roteiristas?!

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Clique aqui, então.

Agora não me mandem mais links sobre ela, peloamordeDeus. A partir de hoje, entro num período sabático (de no mínimo uma semana) sem postar nada sobre ela. Preciso de paz e reflexão.

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