Para justificar algumas ações do governo, entre elas o corte de gastos, Teotonio Vilela traçou um quadro “sombrio” da situação do Estado de Alagoas encontrada por ele e sua equipe. Entre os índices assustadores, o governador destacou os 46% de analfabetos e cerca de 1,5 milhão de alagoanos que se encontram abaixo da linha da pobreza.

“A situação é crítica, mas não está escrito em lugar nenhum que o Estado de Alagoas está condenado a ter os piores indicadores sociais do Brasil. Nós vamos mudar isto e estamos trabalhando desde o início, mesmo com medidas por vezes impopulares”, salientou.

O governador – em seu discurso – salientou que administrar “dentro da legalidade e com escrúpulos dá trabalho, mas não sabemos fazer de outra forma. Chegamos ao governo com este discurso”, complementou.