“De território extenso, terra fértil, muitos produtos do mar e da terra, as pessoas vivem com fartura, como em um país dos céus”. Esta empolgada descrição pertence a província de Ibaraki, no Japão, segundo registros com mais de 1280 anos do Hitachi no kuni Fudo; lugar onde a população, mirando na melhoria da qualidade de vida, deu vida a diversos movimentos culturais e de valorização do indivíduo-cidadão.

Foi nesse ambiente cercado de positivismo que nasceu, em 1980, Inio Asano.

Vencedor do prêmio para autores emergentes da revista Sunday GX, em 2001, Asano é considerado um dos expoentes da nova onda de quadrinhistas nipônicos. Ainda assim, pouco antes de ter os refletores sobre si, ele começou como qualquer outro aspirante a mangaká: na função de assistente. E sob a batuta de Shin Takahashi, autor de mangás como “Saikano” e “Kimi no kakera”, Asano foi influenciado a participar de alguns concursos, o qual saiu como primeiro lugar naquele realizado pela editora Shogakukan.

Seu primeiro trabalho, “Hello from Outer Space”, saiu no mesmo ano na edição de maio da Sunday GX. Mas o reconhecimento de fato ao seu talento veio com o segundo trabalho, a série de histórias curtas sobre pequenas facetas da vida cotidiana e seus protagonistas, chamada de “What a Wonderful World!” (Que Mundo Maravilhoso!, numa tradução livre e literal); algumas delas, inclusive, com toques de realismo fantástico.

Compilada em dois volumes, “What a Wonderful World!” pode ser definida como um quebra-cabeças sobre o ser humano contemporâneo, seus medos, paixões e ambições. Além de um verdadeiro exercício narrativo, não apenas no âmbito do roteiro como da arte. Asano casa ambos os processos de um modo só seu, mostrando que, apesar de jovem na idade e na carreira, tem um forte estilo próprio. Algo que fica evidente ao longo de cada história, como em “A Hilly Neighborhood” (Uma vizinhança montanhosa), segunda trama, na qual ele ilustra uma splash page dupla excepcionalmente dramática.

“A Hilly Neighborhood”, à propósito, é uma das melhores histórias do Volume I. Nela, a protagonista é uma garotinha com tendência suicida que vive na tal vizinhança montanhosa. Quando um corvo falante – que só ela pode ver – começa a dar corda aos pensamentos pessimistas que a menina tem na cabeça, somos conduzidos por Asano a uma bela história de redenção. E talvez esse seja o alvo principal do autor: tirar algum caldo proveitoso do personagem e fazê-lo ciente da sua condição como ser humano.

Mesmo que, no fim, esse processo não acabe necessariamente ‘bem’ para os personagens.

Ficha Técnica:

“What a Wonderful World”
História e Arte: Inio Asano
Volumes: Dois
Gênero: Drama
Scans (em Inglês): Kotonoha

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Site Oficial.

Via Cafeína.

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na Internet:

Um grupo de pesquisadores liderados pela Universidade de Tóquio quebrou, por duas vezes em dois dias, o recorde de velocidade na internet.

Em dezembro, eles enviaram dados a uma velocidade de 7,67 gigabits por segundo (Gbps), usando protocolos padrões da internet.

No dia seguinte, usando protocolos modificados, o recorde foi quebrado novamente, enviando dados a uma velocidade de 9,08 gigabits por segundo (Gbps).

Eu fico imaginando se ainda estarei vivo para desfrutar um serviço de Internet com essa velocidade - e os computadores capazes de suportá-lo, é claro.

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Você provavelmente não vai lembrar do rosto de Charlotte Gainsbourg ao ler o seu nome. Quem sabe, pode tê-lo visto em alguns filmes fora do círculo mainstream e, ainda assim, não ser capaz de fazer a devida associação.

Mas uma coisa eu te digo: ao ouvir a balada hiper-romântica “Everything I Cannot See”, vai ser difícil esquecer a voz dela.

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Tradução livre: “É o meu dever patriótico fazer o download de coisas que não estão legalmente disponíveis na América.”

Diesel Sweeties, sempre sensacional.

Via Journalista.

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- Revistas semanais japonesas encaram dificuldades

PS.: A nota está erroneamente assinada com o nome do meu camarada Marcus Ramone, mas já estou contatando o pessoal do UHQ para a devida correção.

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