Tenha medo:

Sick of paying for broadband that you have to, well, pay for?

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Via Danilo.

PS.: Segundo avisou o Hector, foi a pegadinha de 1º de abril dos caras. Tsc.

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O filho do desembargador aposentado Alberino Barbosa, identificado como Roberto de Melo Barbosa, residente no Edifício Aurelina Calheiros, na Avenida Rotary, mantém dois funcionários da BIG TV em cárcere privado desde o começo da manhã de hoje.

De acordo com informações não-oficiais, os dois funcionários teriam ido instalar o serviço de internet no apartamento de Roberto, quando perceberam que o computador do cliente não possuía placa de rede, inviabilizando a instalação do serviço.

Quando foi informado do impedimento, Roberto teria determinado aos funcionários que providenciassem o equipamento, mas foi contrariado quando os mesmos afirmaram que não poderiam fazê-lo, pois não fazia parte dos seus serviços.

Revoltado com a recusa, Roberto teria “prendido” os dois funcionários.

Depois de algumas horas de negociação - e do ex-desembargador aparecer e fornecer a quantia necessária para a compra da placa de rede -, por volta do meio-dia de hoje, os pobres coitados foram liberados pelo indivíduo.

Imagine: um funcionário da BIG TV, segundo soube, não ganha mais do que 20 Reais (10 foi a quantia exata me passada por um dos próprios) para ir a residência dos clientes executar o serviço de instalação da TV à cabo e Internet, e dois deles iam levar uma bala nas fuças cada um por causa de uma mera placa de rede.

Profissão perigo, senhoras e senhores. MacGyver ficaria impressionado.

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As façanhas do Homem-Aranha poderão ficar ao alcance do mais comum dos mortais dentro de dez anos, segundo um grupo de pesquisadores italianos que trabalha em um projeto sobre um material têxtil inspirado no lagarto gecko, o “rei da escalada” do mundo animal.

“Trabalho há dez anos na questão da adesão e em nanotubos de carbono”, diz Nicola Pugno, um cientista de 35 anos da Universidade Politécnica de Turim (norte da Itália).

[…]

“Um dos problemas que surgem é o controle da adesão, porque ficar preso a uma parede não é difícil –basta apenas recorrer a uma cola. Mas, ao contrário, como é possível descolar para voltar a colar?”, perguntou o cientista, com um sorriso.

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Tudo que o Google faz o tempo todo é analisar o comportamento on-line das pessoas e transformar isso em estatísticas ou melhorias em seus algoritmos. Na semana passada a gigante de Montain View anunciou o Web History, mais um desses serviços que junta dados sobre pessoas. Já se foi o tempo em que você sabia mais sobre você mesmo do que o próprio Google.

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Solarcell. Este é o nome de um maiô desenvolvido pela Triumph International que traz outra função peculiar além de realçar corpos na praia: ele simplesmente traz um carregador para celulares e tocadores digitais.

A peça conta 200 células solares de antracito – um tipo de carvão de alta categoria - que possibilitam que os gadgets em questão sejam recarregados em qualquer lugar.

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Amy é um nome de menina doce, retraída. Você até imagina um par de óculos de aro grosso e preto numa carinha pálida e, quem sabe, sardenta. Deve haver no mundo algumas Amys desse tipo – mas Amy Winehouse, com certeza, não é uma delas. Inglesinha de sangue temperado, nascida e criada ao norte de Londres e pertencente a uma família de músicos jazzistas, ela é a mais recente das divas pop de cabeceira dos especialistas do ramo fonográfico.

Aos 23 anos e com dois álbuns de sucesso no Velho Continente nas costas, a jovem Winehouse começou no fim de 2006 sua turnê nos programas de TV norte-americanos de praxe – Late Show, Tonight Show, etc. A intenção não é apenas desovar a produção da moça no principal mercado consumidor e gerador de ídolos por semana do planeta e esperar as doletas entrarem na caixa de registro. É também uma forma de mostrar respeito e homenagear a terra que deu a Amy o estilo musical o qual ela, como uma pantera arisca, domina.

Porque ao ouvir o estrondo causado pela voz de Amy Winehouse, você vai querer conhecer a cara dessa encorpada negra britânica de pegada tão norte-americana de raiz. Mas cuidado para não se decepcionar: Amy não possui mais os quilinhos extras de alguns anos atrás, hoje não passando de uma problemática anoréxica, e sua pele não chega nem a ser parda. Ela é bonita de um jeito esquisitão e usa uma maquiagem pra lá de exagerada. O que deixa de ser um “problema” (problema?) quando ela solta o trovão contido em suas cordas vocais.

Vencedora do BRIT Awards 2007 na categoria de Melhor Artista Feminina e do prêmio Ivor Novello de 2004 pelo single “Stronger than me”, do seu álbum de debute “Frank”, Amy canta o jazz e o soul em suas composições com uma paixão religiosa. O que torna comum as referências a grandes nomes do gênero em algumas das letras, como no hit “Rehab”, do segundo disco “Back to black”, quando cita Ray Charles e Donny Hathaway.

Amy Winehouse não é a mocinha por trás de óculos de aros pretos e grossos. Ela é desbocada e beberrona e, provavelmente, te faria passar vexame em alguma festa da high society quando o álcool batesse forte. Mas você não vai sair com Amy para esse tipo de diversão. Você vai querê-la só cantando do seu jeitinho quase rouco, black e cheio de banca. É por essa Amy que você precisa se apaixonar.

Ficha Técnica:

Site Oficial
Myspace
Wikipedia

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“Cidade Baixa”, filme dirigido por Sérgio Machado e co-roteirizado pelo próprio ao lado do excepcional Karim Aïnouz (O Céu de Suely), foca sua câmera no trecho geográfico inferior de Salvador. Da vida da comunidade pobre ao nível do mar. Visceral até a última cena do rolo, tem como alicerce os mais que competentes – e hoje globais - Lázaro Ramos e Wagner Moura nos papéis principais masculinos e Alice Braga, a próxima hollywoodiana tupiniquim, como catalisador da tensão que toca a história.

São esses dois atores, principalmente Lázaros, os chamarizes da mais nova incursão da cinematografia nacional na Cidade Baixa da capital baiana. Em “Ó Paí, Ó”, título que vem da expressão regional que significa algo como “olhe aí, olhe” (e similares), adaptação de uma peça teatral, essa incursão está a milhas de distância da visceralidade da película de Sérgio Machado. Não só na intenção como na qualidade do produto final.

Tendo como proposta principal mostrar o outro lado do carnaval de Salvador, e utilizando para tanto o ponto de vista da população do Pelourinho, “Ó Pai, Ó” peca principalmente pelo caricaturismo. Não há reflexão que possa ser levada a sério num filme sem um fio condutor decente em seu roteiro. Lázaro Ramos, que vive Roque, um pintor de carrinhos de café e cantor nas horas vagas, é o estereotipo do baiano legal e descolado que todos estão cansados de ver – e um grande desperdício, considerando a capacidade do ator. Wagner Moura, o negociante de coisas escusas Bocão, usa trejeitos a lá Murilo Benício em “Pé na Jaca” para caracterizar seu personagem, tão desnecessário no contexto geral do filme, mas escada para a única cena decente do filme, quando Roque lhe dá uma esbaforida lição de moral. E se alguém conseguir situar a ex-vocalista da banda Cheiro de Amor, outra recente global, na conjuntura do filme, além de mostrar os seus compactos dotes corporais, por favor, o faça.

A proposta do filme é louvável, mas não há como ser condizente com o mesmo. Principalmente depois do seu final anti-climático e sério, tão dispare do que a história havia sido até ali. Acabou que, com o subir dos créditos finais, conclui que teria sido melhor Ana e eu termos ficado na outra sala de cinema, na qual passava “300” e que entramos por engano, só percebendo o erro quando o logo empoeirado da Warner deu as caras. Leônidas e seus go-go boys tinham mais a dizer sobre alguma coisa do que o arremedo de história criada por Monique Gardenberg.

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