Compilação eletrônica de uma penca de zines punks das antigas, disponibilizados em arquivos .pdf.
Via Wired.
Compilação eletrônica de uma penca de zines punks das antigas, disponibilizados em arquivos .pdf.
Via Wired.
Pra Ana:
Composição: Erasmo Carlos / Ronnie Von
Ah esse amor que me arrasta
Me gasta e me faz sofrer
Mas me devolve a vida
Escondida
Em quartos que eu não sei dormirAh esse amor bandido
Contido
Quer me machucar
Mas só me traz verdades
Que a idade toda não consegue darAbra os braços pra me guardar
Que eu todo vou me entregar
Começo, meio e fim
E a minha cuca ruim
Aperte a minha mão
Esse caminho é a solução
Pra te levar se quiser
Pra ser só minha mulherAh esse amor selvagem
Passagem pra loucura e pra dor
Mas eu confio na sorte
Eu sou forte como o bicho mais feroz
Ah esse amor aflito
Que eu grito e ninguém pode ouvir
Mas me renova os sonhos
Que eu componho em versos pra você dormirA gravidade é um mistério do corpo,tão somente corpo,tão somente
corpo
Como um poema pelo ar tem que virar ausência de corpo
Meu coração aliviado
Sonhar
Em estado solto
Quem mostra a pele pura sob a luz do luar de um dia para o
outroA preciosa rocha que abre do amarelo do teu corpo é luz
A preciosa rocha que abre do amarelo do teu corpo é luz
A gravidade é um mistério do corpo,tão somente corpo,tão somente
corpo
A preciosa rocha que abre do amarelo do teu corpo é luz
A graciosa rocha que abre do amarelo do teu corpo é luz
A graciosa rocha que abre do amarelo do teu corpo é luz
Tem de fiar,tem de entender,compreender só pode ser voando
A nova encarnação da série “Heroes for Hire” (Heróis de Aluguel, no Brasil), publicada pela Marvel Comics, é o mais novo motivo de polêmica entre os leitores norte-americanos. Tudo isso graças a capa da edição 13, ilustrada pela japonesa Sana Takeda:

O estilo utilizado na concepção da capa, para os leigos, é o Hentai - nomenclatura do gênero pornográfico japonês -; lançando mão, inclusive, de um objeto iconográfico bem comum do estilo: os tentáculos eróticos que lembram pênis.
É evidente que, na capa, a artista pegou leve no formato dos membros… mas esqueceu de eliminar a porra (literalmente) do produto final. Ou seja: mulheres em posição de abuso + tentáculos gozados = problema na certa. Principalmente se levarmos em conta que é uma publicação da Marvel, editora que não permite que seus personagens apareçam fumando em nenhuma de suas histórias…
Mas tentáculo taradinho pode. Vai entender.
Via Journalista e BEAT.
Sem tempo para fazer qualquer outra coisa desde a semana passada além de meter a cara no meu trabalho convencional. As poucas brechas contabilizadas nem podem ser consideradas ócio criativo – são apenas brechas aqui e acolá para checar o e-mail e, na maioria das vezes, nem chegar a respondê-lo. Para piorar, a Internet residencial tirou férias temporárias. Volta quando cansar de não ser acessada.
Aproveitei meu tempo offline para concluir a leitura do divertidamente visceral e sci-fi “Café-da-manhã dos campeões”, do finado Kurt Vonnegut. Um belo exemplo de como partir do caos de idéias para caminhar para um desenvolvimento ordenado e final tocante. Resta agora correr atrás dos outros livros do sujeito. O Danilo já recomendou o “Matadouro 5”. Vamos à cata.
“Almoço Nu”, do Burroughs, é o livro atual na lista de leituras e de carregar na bolsa. Na verdade, não era ele. Devo ter de cinco a dez livros na estante esperando a oportunidade de serem folheados; alguns deles, inclusive, emprestados por amigos. Eu até gostaria de segurar alguns deles por usucapião, mas aí me lembro que tenho coisas minhas também emprestadas.
Nunca brinque com o karma das coisas. Principalmente de livros, gibis e dvds.
“Almoço Nu” é o meu terceiro livro do Burroughs. O primeiro, “O gato por dentro”, é um apanhado de notas onde o escritor relata suas experiências e opiniões sobre todos os felinos que passaram por sua vida. Eu, que não sou fã de gatos, adorei: tem drama, magia e ficção científica. Num livro de anotações sobre gatos.
“Junky”, o relato “careta” – como disse o Hector – sobre o submundo dos viciados em heroína e outras cositas mais, foi o segundo. Fantástico. Já cheguei até a página trinta de “Almoço Nu” e estou sentindo saudades do “Junky”: porque ele emulava uma seqüência lógica na desordem da história, enquanto o primeiro ainda, para mim, está parecendo punhetação estilosa mística movida à ácido.
Espero estar errado ao final do livro.
Sexta passada, o projeto MPB Petrobas trouxe para Maceió o pernambucano Otto, e colocou Wado, o catarinense radicado em Alagoas, para abrir a noite. O único porém de um show praticamente perfeito no que diz respeito ao conteúdo musical foi o local do mesmo: não tem graça ver um show do Otto aberto pelo Wado sentado nas confortáveis cadeiras do teatro Gustavo Leite.
Nós queríamos era arrastar o pé no chão.
Essa semana tem Vanessa da Mata, “Homem Duplo” na Sessão de Arte e, na seguinte, meu salário caindo na conta para o alívio geral das minhas ‘dívidas’ e para bancar a maratona de filmes que o Cine Sesi vai colocar em cartaz, tudo graças a sua comemoração de um ano de vida.
Dia 6 do mês que vem estréia meu webcomic, BIT HUNTER GIRL: mangá de ação infanto-juvenil sem maiores pretensões além de divertir com popcises e afins. Temos três números prontos no estoque e essa semana, finalmente, concluo o roteiro do quarto e emendo no do quinto.
Foda mesmo vai ser montar o site em uma semana.
Se eu assistir mais uma matéria na TV falando como o cigarro prejudica a saúde e as relações inter-pessoais, vou começar a cuspir fumaça na cara de bebês recém-nascidos.