Taí, a Panini me surpreendeu nessa: repassou para o Omelete o capítulo 0 da mega saga Sete Soldados da Vitória, escrita pelo escocês careca favorito de todos Grant Morrison.

Você está esperando o quê para ler o melhor gibi de 2006?
Taí, a Panini me surpreendeu nessa: repassou para o Omelete o capítulo 0 da mega saga Sete Soldados da Vitória, escrita pelo escocês careca favorito de todos Grant Morrison.

Você está esperando o quê para ler o melhor gibi de 2006?
Além da polêmica relacionada a capa de Heroes for Hire, rolou também todo um rebuliço na mídia norte-americana graças a uma estátua da Mary Jane com design do Adam Hughes.
Mas acho que chegou a nossa vez de reclamar:

Roteiro da edição quatro da BIT HUNTER GIRL terminado, finalmente. Acabou que saiu bem diferente da minha idéia inicial, que visava condensar certas informações num tom de comédia romântica sci-fi. Inclusive, a mensagem subliminar pornográfica teve que ficar de fora. Ela simplesmente não se encaixou na nova versão do script.
As duas próximas edições serão centradas na ação. Todos os personagens principais da série lutam e mostram suas habilidades especiais. Vai ser tudo muito videogame, talvez inspirando em alguns aspectos do Sharknife – que eu não li, mas, segundo o preview, parece ser muito bacana. Quem sabe eu reveja alguns dos episódios mais frenéticos do Samurai Champloo, também.
Mais novidades em breve. Ou não. Você sabe.
PS.: A propósito, o título deste post é o mesmo da história do número #4. Só pra constar.

A visita do presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Gustavo Petta, ontem na Universidade Federal de Alagoas (Ufal) gerou tumulto e revolta do grupo de manifestantes que ocupa o gabinete da reitora, Ana Dayse Dórea. Os estudantes invadiram o auditório onde acontecia o encontro, com narizes de palhaços e dizendo palavras de ordem. A visita aconteceu para divulgar o calendário de ações da UNE e esclarecer dúvidas dos estudantes.
Na foto acima, o terceiro sujeito da esquerda para direita, vestindo bermuda, chinelos e uma camisa do Paysandu é o Anderson, nosso camarada do peito, estudante de História da UFAL e fanboy do Neil Gaiman nas horas vagas e durante suas poluções noturnas.
É o militante universitário mais fuleiro da paróquia, também: quando rola manifestação, ele chega com duas, três horas de atraso. Enquanto o pessoal está montando piquete, fazendo baderna e preparando as passeatas, ele está curtindo seu sono de beleza em casa.
Ele devia escrever um livro de causos com todas as patacoadas que já presenciou nesses quase quatro anos de curso.
Via Milton, o milico dos hômi.
Micro novamente operacional. O problema era a fonte, que não estava agüentando o tranco. No entanto, a suspensão quanto a estréia da BIT continua – eu lá vou saber se o bicho amanhã cisma de não iniciar, e aí? Mas sigo com o roteiro do 4 ainda hoje e vou resolvendo as coisas.
Só o catarro que ainda não parou. Merda, tá escorrendo… de novo.