“Esse homem precisa acordar. Alagoas vive um caos na segurança pública e ele insiste na tese de que a situação está sob controle. Será que ele está mesmo por Alagoas?”

Declaração do deputado federal Cristiano Matheus referindo-se ao General Sá Rocha, o responsável pela segurança do Estado, após ter seu galpão particular arrombado, roubado e depredado na madrugada de hoje.

O prejuízo pode ter chegado a casa dos R$ 200.000,00. Foram roubados uma geladeira, o gerador de um carro de som e diversos outros equipamentos que se encontravam num ônibus que serve de consultório odontológico intinerante para as comunidades carentes em toda Alagoas.

Irônico o fato de que foi preciso ser atingido onde dói para que o deputado se indignasse com a situação da segurança pública do Estado que, oh!, está um caos. Talvez a cara de “aviso” da ação tenha despertado algum temor para ele, mesmo que, como afirmou categoricamente, não tenha inimigos.

Interessante vai ser vê-lo levantar esses R$ 200.000,00 novamente.

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Do Blog dos Quadrinhos:

O escritor italiano Giancarlo Berardi, criador do caubói Ken Parker, virá ao Brasil em outubro. Ele vai participar da quinta edição do FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos), que vai ocorrer em Belo Horizonte, Minas Gerais. […]

O FIQ ocorre entre 16 e 21 de outubro. Berardi chega a Belo Horizonte um dia antes do início do evento. A programação ainda não foi definida.

É uma pena, mas devo perder a edição deste ano - depois de ter participado das últimas duas, em 2005 e 2003. O evento ocorrerá em plena semana de trabalho, o que acaba com todas as minhas esperanças de visitar Belo Horizonte e os amigos da cidade novamente; ir apenas no fim de semana não é a mesma coisa.

Foi no FIQ que topei com David Llyod, o co-criador de V de Vingança, e Kyle Baker (edição 2003); e onde consegui um autógrafo literalmente emaconhado do figuraça Gianfranco Manfredi (2005), roteirista e criador da série italiana Mágico Vento.

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A tinta do cartucho remanufaturado começou a dar sinais de falha. E os setores Financeiro e da Qualidade tinham lá seu bocado de coisas para a impressora compartilhada produzir durante boa parte do dia.

Ligo para a colega no setor de Compras requisitando algum cartucho do estoque da empresa, e ao colocar o telefone de volta no gancho, está tudo resolvido.

Isso até descobrirmos que o fornecedor de São Paulo mandou sacos de café ao invés de cartuchos de tinta em sua última remessa.

Só havia uma única explicação para esse fato insólito: colocaram o Steve Carell como roteirista do capítulo de hoje da nossa labuta diária e não avisaram.

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Adaptação em quadrinhos do filme de Stanley Kubrick - e não do livro propriamente dito de Arthur C. Clarke -, por Jack “O Rei” Kirby, publicada em meados dos anos 70 pela Marvel.

Via Journalista.

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Corey The Rey Lewis, quadrinhista que foi revelado para o público indie norte-americano com sua graphic novel Sharknife, publicou recentemente em seu livejournal a HQ auto-biográfica (com toques fantásticos) “Kid Girl Khameleon“, sobre o fim do intenso relacionamento com sua namorada. Quatro páginas não recomendadas para quem passou o dia dos namorados chupando dedo ou tem alergia a qualquer coisa minimamente emo.

A história é bacana e o traço do Rey é melhor ainda, o que só reforça minha vontade em encomendar o Sharknife Vol. I assim que o bolso estiver mais folgado. E o Ellis acabou fazendo uma observação engraçada* ao linkar para a HQ:

As crianças de hoje, não sei. O que aconteceu com o ficar cegamente bêbado, esmurrar uma janela e trepar com alguma completa estranha enquanto chora sobre ela?

(*) Engraçada, mas é óbvio que essa não é uma generalização verdadeira. A nossa geração não é tão bunda-mole assim, vai.

Via Hector.

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O nome de Alagoas tornou-se lugar-comum nos últimos meses - principalmente nos 30 dias mais recentes - em todos os meios informativos do país. Os motivos, para a infelicidade dos conterrâneos que acompanham os fatos escabrosos, são os tropeços embriagados do governo azul de Téo Vilela Filho e o escandaloso affair do Presidente do Senado Renan Calheiros, do PMDB, com seus bois dourados (a Mônica Veloso deveria ser preocupação da Playboy, perita em acolher mulheres traídas, demitidas e que sofreram qualquer outro tipo de baque em sua vida pública).

O alagoano, considerando estas situações em particular, atua como de costume: se sente envergonhado, diminuído perante o resto da nação. O que seria uma atitude compreensível, caso Alagoas fosse a terra de pessoas honestas e puras e decentes e cristãs; e se os corruptos e ladrões e assassinos e calhordas só existissem nos demais estados componentes da Federação. Ambas as situações, obviamente, são mais do que irreais. Não que sentir vergonha de viver num mar de corruptos seja errado.

Mas meter a cara embaixo da terra porque Alagoas tem lá seus corruptos, pera lá.

A baixa auto-estima do alagoano não vale mais do que merda de minhoca. Porque a merda de minhoca, ao menos, aduba. A baixa auto-estima do alagoano, para um outro que já conseguiu se desfazer dessa maldição, é vexatória. Coisa que, como muitos sabem, não é de hoje. A situação é tão caricata que basta um alagoano se “dar bem” em outras bandas que isso é motivo de “celebração”.

O problema é que eles não enxergam o melhor da atual situação do estado: a oportunidade de mudanças definitivas em nosso contexto político e social.

Observemos os movimentos acontecidos nos seis meses deste primeiro semestre: greve de professores, greve de médicos e, por fim, a greve dos motoristas e cobradores do transporte público, que quase lançou a cidade no caos definitivo. As mancadas da atual gestão estadual e o embrólio do caso do Senador Calheiros abriram brechas para as reclamações, ironias e movimentos de paralisação. Apesar de um ou outro oportunista, eles (os movimentos) são justificáveis.

Mas nada disso seria possível se não fosse pela menina dos olhos do estado: Maceió, nossa sereia.

Porque crimes de mando, pistolagem, corrupção nos poderes públicos, trabalho escravo… tudo de torto acontece no interior. Pelo que sinto, e faço questão de usar essa expressão porque não posso compravar através de dados, que a cultura da população interiorana já assimilou esse status quo. Mas aconteceu em Maceió? Nossa, é o fim do mundo. É a sociedade civil organizada encontrando o apocalipse do séc. XXI. Revolta que você identifica nas passeatas, realizadas ao longo das orlas dos bairros de classe média alta, que pedem pela paz.

É triste, mas a verdade é essa. Maceió é uma ilha dentro de seu próprio estado.

No entanto, essa mesma ilha é a solução de boa parte dos problemas; o que nos faz voltar a idéia jogada parágrafos acima.

Estão em Maceió os indivíduos com real oportunidade de manifestação política, intelectual e cultural capazes de provocar algum estrago nos alicerces da Velha Guarda. São as pessoas que movimentam um show do Otto, por exemplo, porque elas estão com sede de novo e não se contentam mais com os shows de forró e brega pasteurizados de sempre; que lotam uma sessão tripla de filmes de arte, madrugada adentro, na salinha do Cine Sesi, porque o descaso com a distribuição e os arrasa-quarteirões hypados trazidos pelo Severiano Ribeiro não são o bastante; e que conseguem, diferente da prefeitura da capital e de certos órgãos, movimentar uma cena cultural em Jaraguá, o nosso Recife Antigo decadente, digamos.

Não cito tais grupos por serem descolados, na moda ou similares. Mas porque são os estudantes de jornalismo frustrados por só terem opção, em seu meio propriamente dito, numa única empresa, e tentam se resolver com fanzines e outros tipos de manifestações; o graduando de Direito que, com uma câmera digital na mão e uma ideologia na cabeça, mostrou o império escravocrata que a indústria da cana-de-açúcar mantém com nossos sertanejos; e o pessoal da música, sempre tentando estabelecer terreno. São as pessoas que, insatisfeitas, querem mudar o cenário. E que, ao menos, tentam fazer por onde. Com as bases políticas e mandatárias em crise, a brecha foi aberta para o golpe.

São eles que mantêm a minha crença na mudança. Que caminha paulatinamente, mas caminha.

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Prosa do Mal foi meu primeiro blog. Nada muito ambicioso. O que não significa que fosse desprovido de qualquer tentativa de ser algo inteligente e divertido. Era pessoal, “profissional” (no que dizia respeito as minhas tentativas como escritor de quadrinhos) e diversamente recheado de links. Porque tem muita coisa interessante na rede para se compartilhar – o que parece uma contradição, considerando que a Internet é fechada apenas a quem não possui computador com uma conexão à rede -, resultando no mote principal da página.

Prosa do Mal, em si, não tem nenhum significado particular. Nunca teve. Foi apenas um nome que achei legal para o (meu) blog. Isso me bastava. “Bastava” porque o Prosa do Mal, em sua versão atual, morreu. Foi assassinado à golpes de tecla Delete no meio de uma noite insone, chuvosa e repleta de sangue gorduroso, seu corpo de texto sendo deixado numa viela qualquer do limbo digital da blogoesfera.

Tudo bem. Não foi uma morte assim tão glamourosa e o seu conteúdo ainda estará disponível na categoria Despensa; um nome melhor do que Lixeira ou Depósito, por exemplo, e que dá a sensação de estar em casa. Habituado. Algo que você pode encontrar num livro que goste. O conforto da leitura… ou qualquer outra analogia que eu não consigo encontrar para seguir para o parágrafo seguinte.

Porque agora o nome do blog tem um significado: Café-da-manhã dos Campeões é o título do romance de ficção científica (e de drama, humor, ficção fantástica) do finado Kurt Vonnegut. Um romance excepcional, por sinal, não só no seu conteúdo como em sua construção. Uma aula de narrativa como poucas. Sua associação com o blog vem buscar uma única coisa: encontrar a maturidade final. E o fim da maturidade, se é que há alguma em mim.

Maturidade literária, a propósito.

Já que a lição que eu tiro do protagonista do livro, alter-ego do próprio autor, é exatamente a de algum tipo de amadurecimento – como indivíduo e escritor. Claro, há outras lições, mas a que motiva a mudança de foco do (meu) blog é essa. Vonnegut, então, será meu pastor. Do Além Vida, se é que existe algo do tipo, absorverei qualquer lição que ele possa me transmitir. Enquanto isso, continuarei a devorar o evangelho que deixou na Terra.

E para a minha “musa”, claro, escalo a Sheyla de Almeida. Porque até hoje seu nome… correção: seus seios de 1,5 mililitros de silicone atraem visitantes esporádicos desde que postei algo relacionado a ela pela primeira vez. Razão pela qual ganhará uma categoria só para si, com tudo que já publiquei aqui ao seu respeito – incluindo um perfil especial que escreverei, provavelmente ofensivo para um bocado de fãs debilóides da moça.

Além dessa, novas categorias estão sendo criadas. O que significa a elaboração de novos textos. Para abarcá-los, um novo layout. Cortesia da brasileira Patrícia Muller, responsável pelo desenvolvimento do template para o Wordpress, e de Matt Schinckel, que o converteu para nós, pobres usuários do Blogsome.

Enquanto dou os retoques finais na casa, novos posts não acontecerão. Peço a compreensão devida dos leitores de sempre e os avulsos. A interrupção das atividades visa melhorar o atendimento a público: vocês. Garanto que volto até sexta com a reformulação finalmente resolvida, novos textos, links e aquelas coisinhas afins das quais vocês gostam tanto.

Até lá, um café-da-manhã dos campeões para vocês.

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O Cadu dá as explicações. Eu também daria, porque essa imagem, mesmo que sem intenção, fala muito sobre a questão do super-herói tupiniquim - que tá mais para conversa furada em boteco no fim do expediente do que para tese de mestrado.

Mas eu estou sem tempo. Quem sabe depois.

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Os trabalhadores da Ceal e da Chesf decidiram paralisar as atividades nesta segunda-feira, em todo o Estado de Alagoas.

O protesto, que está sendo realizado pelo setor elétrico nacional, pretende forçar a Eletrobrás a retomar o processo de negociação, interrompido após a apresentação de uma proposta que está abaixo das reivindicações da categoria.

Vou trabalhar o dia todo no fumódromo do trabalho, se isso acontecer.

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Dias atrás alguém descobriu uma foto com três pessoas (abaixo) nos hologramas dos discos de DVD do Windows Vista Business. Pronto, começaram as teorias conspiratórias. […]

Um post de ontem no blog oficial do Windows Vista esclarece o mistério. […] Aquilo é proposital e a foto é de três dos membros da equipe Anti-Pirataria da Microsoft.

Via TechBits e Blog de Guerrilha.

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