Nada melhor do que chegar ao trabalho, ainda faltando aqueles cinco minutinhos para o expediente começar de fato, e encontrar na sua mesa os dois maços de cigarros Dipalha que você encomendou com tanta expectativa da sua colega que viajou para Belo Horizonte semana passada.
Há quase dois anos que não via a cara de um maços dessa marca, o melhor do gênero, sem dúvida - me desculpa, Souza Paiol, mas é mais pura verdade. Pelo menos, o segundo lugar no meu coração ainda é seu, Cowboy (uia!).
A embalagem ainda é a mesma, assim como o sabor: um suave carregado com algum elemento secreto que deixa um gosto bom na boca. Mesmo tendo fumado o meu primeiro desses em outubro de 2005, consegui recordar o seu gosto.
Meus pulmões agradecem.

