O site Comic Book Resources entrevista Timothy Callahan, professor de literatura e autor de Grant Morrison: The Early Years, lançado recentemente pela Sequart Research & Literacy Organization.

O livro, publicado sem fins-lucrativos e parte de uma série que visa a promoção das histórias em quadrinhos como uma forma de arte legítima, não apenas debate a produção do autor escocês; oferece também insights e anotações referentes a sua extensa bibliografia.

Nesta primeira entrevista, Callahan discursa sobre Zenith e Homem-Animal, dois trabalhos relevantes no início da carreira profissional de Morrison no Reino Unido e EUA, respectivamente.

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Eu tenho um pé atrás com Michael Bay. Dois, na verdade. Se você já assistiu algum dos filmes do sujeito, sabe do que eu estou falando - por mais deslumbrantes e mirabolantes que suas cenas de ação possam ser, Bay costuma trabalhar com roteiros superficiais ou que teriam algum potencial (A Ilha, alguém?).

Com Transformers, ele tem tudo para emplacar um hit divertido, com qualidade e que se encaixa completamente com seu estilo. Hoje, com o filme em cartaz dos Estados Unidos há alguns dias, a Dreamworks já faturou mais de 70 milhões de dólares. Uma continuação, levando em consideração as cifras e todo o hype, é mais do que certa; e Bay continuaria por trás das câmeras em Transformers 2.

Isso, claro, se os problemas que ele teve com os produtores Tom DeSanto e Don Murphy não venham a atrapalhar as negociações. O site Deadline Hollywood Daily conseguiu um post que Bay publicou recentemente em seu blog - e retirou logo em seguida - descendo o sarrafo nas intromissões e postura dos produtores em relação a ele, o filme e com a mídia especializada.

What these guys did do was stuck with a ‘silly toy movie’ and pushed it around town and kept the faith after everyone turned them down, always with the hope that maybe someone somewhere would make it. Now I commend them on that. Hats off to them, but trying to taking creative credit in the press let me just say it – irks me.

Depois dessa, Michael Bay merece o nosso respeito.

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Com a palavra, Felipe Cunha:

No último dia 22 do junho, aconteceu na Quanta Academia de Artes a entrega do Troféu Alfaiataria de Fanzines que premia os melhores fanzines publicados entre 2005 e 2006. O meu trabalho em parceria com o Pablo Casado Terra Do Nunca Love Song Five recebeu uma menção honrosa na categoria Melhor História, além de uma citação no Top Pop, uma espécie de Top 10 que precedeu o evento, destacando aqueles trabalhos que mereciam mais atenção, fosse pelo seu formato inusitado, ou simplesmente por ser um bom trabalho e que merece algum destaque maior.

Além desse comentário, ele dá uma palhinha das artes dos seus próximos projetos.

Fiquem de olho que o sujeito vai longe.

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