O projeto de um médico brasileiro pode ganhar até 1 milhão de euros caso vença uma disputa entre pesquisadores. A idéia do bioengenheiro da Pontifícia Universidade do Paraná (PUC-PR) Josuê Bruginski de Paula é uma das seis finalistas e consiste no desenvolvimento de um esfíncter artificial para pacientes que passaram por uma colostomia.

Cuzinho de ferro, alguém?

Fonte: Terra.

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HARRY POTTER precisa morrer.

Nós americanos apreciamos a conclusão. Não — nós precisamos de uma conclusão.

Os britânicos não possuem esse tipo de senso. Eles demonstram quase que ilimitada paciência (o que explica o críquete) quando o assunto em questão trata de “resolução”. Nós ianques, no entanto, não gostamos de finais fru-frus. Nós gostamos das coisas definitivamente bem amarradas.

O excerto acima foi retirado de um artigo do New York Times escrito por Damon Lindelof, co-criador da série LOST, no qual ele opina sobre o destino do menino-bruxo mais famoso da literatura mainstream contemporânea e o porquê dos americanos preferirem finais mastigados.

O texto é extremamente besta, a começar pelo que o extrato acima reflete. E contraditório, considerando que Lindelof é o co-criador de uma série conhecida por deixar mais pontas soltas do que resolvê-las ao longo dos episódios.

Não me entenda mal: eu faço parte da audiência de LOST e adoro o seriado. O próprio Lindelof, inclusive, é responsável por diversos dos meus episódios favoritos. Mas cá entre nós: pretensão demais dele achar que finais amarrados (mesmo quando ele especifica que é na opinião dos “americanos”) são os que realmente funcionam para a audiência e que os britânicos terminam tudo com as pernas para o ar, estragando a conclusão de suas obras.

Em seu argumento, ele atesta que, agregado aos finais amarrados, deveria vir o componente surpresa. Porque é isso que a audiência espera. Que o digam os fãs de M. Night Shyamalan, hein?

Acho que os dois tipos de finais funcionam. O legal dos ingleses, considerando o argumento do Lindelof como válido, é que eles não querem simplesmente nos apanhar com surpresas ocultas nas mangas; eles querem nos desafiar com um final aberto a interpretações. Coisa que encontramos em outros europeus, à propósito.

Fonte:
Alexandre Maron.

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Diretamente de Palmeira dos Índios, interior de Alagoas, a mais nova revolução automobilística, o Fuscarroça:

O único problema é que o veículo libera coisa bem pior através do seu cano de escape do que CO2. Pior para o motorista, principalmente.

Fonte: Alagoas 24 horas.

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Do Universo HQ:


Nesta quarta feira, na entrega do Troféu HQ Mix, os criadores dos fanzines Chuva Contra o Vento, Shortcuts e Terra do Nunca Love Song Five, Felipe Cunha e Rodrigo Alonso, vão lançar uma nova série.

Em Eterno (R$ 1,00), a história acompanha o protagonista, Renato, num dilema complicado. Ele deve sacrificar sua própria vida pelo bem do planeta ou ignorar isso tudo para ficar com a pessoa que ama? A série acompanha suas escolhas e quais as conseqüências.

Além de Eterno #1, serão lançados também a edição #4 da Quadrinhópole, #2 de Avenida, Garagem Hermética #3, o número #42 do Homem-Grilo e mais.

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