Os cigarros acabaram - tanto os deliciosos Dipalha quanto os bons Souza Paiol. Mandei um e-mail para o pessoal do atendimento ao consumidor do primeiro, querendo saber como fazia para que eles distribuíssem pelas bandas de Maceió. A mocinha que me respondeu (que além de não assinar, cometeu diversas gafes ortográficas; o que significa que ela pode ser uma estagiária displicente ou uma funcionária mal-comida, ou vice-versa!) afirmou que a empresa não possui distribuidor na região, e me ofereceu o serviço de venda direta. Algo que se mostrou completamente inviável: 15 maços de uma vez + frete astronômico? Nem pensar. Apesar do meu nível de consumo de fumo de corda ter aumentado sensivelmente, estocar quinze desses saborosos mata-ratos dentro da casa dos meus pais não rola. Me desardam e capam. E a Ana fura os meus pulmões com o jogo de facas que comprou para nossa casa. Vou ficar com o cowboy da Souza Paiol até encontrar um modo de importar devidamente os Dipalha.