Ah, merda.
São 22:39 da noite de domingo e eu não consegui terminar o meu super-relatório sobre a minha viagem a Curitiba. E não, não falo da crônica que pretendo publicar aqui no blog. Esta faço amanhã, quando estiver com a cabeça mais fresca de certas tensões. Falo (ou escrevo, leiam como quiserem) sobre o relatório que pretendo/devo entregar para (impressionar) a minha chefe.
Porque mais de uma pessoa lá no serviço comentou que, em anos, essa foi a primeira vez que ouviram falar de um estagiário viajou inter-estadualmente a trabalho - com direito a diária e tudo. Claro: fui a última opção do pacote, o que não significa que seja algo ruim. Pelo menos, me consideraram. E, no fim das contas, me mandaram para Curitiba.
Fui um excelente “temporário” (termo que seria usado caso eu fosse um estagiário da série The Office) e pretendo ter meu contrato renovado. Quem sabe um dia me contratem. Estou gostando de trabalhar na área de educação (não necessariamente como professor, já que não é isso que faço atualmente), e ser contratado pela instituição na qual trabalho seria um grande passo.
Deixei a Ana neste domingo, assim como a reprise de Project Runway - nosso último programa do dia antes de irmos pra cama -, para cair de cara no teclado e escrever um relatório glorioso sobre o que presenciei na capital do Paraná. Mas eu simplesmente não consigo. O sono está batendo e sinto que precisaria fumar um cigarro para fazer as idéias circularem com maior facilidade.
Agora faltam 5 pras 23 horas e eu aqui, travado. Cérebro, não era hora pra isso. Não era mesmo.

